terça-feira, 21 de dezembro de 2010

A lição do Pequeno Príncipe.





No livro, a raposa ensina ao Pequeno Príncipe a importante lição de que as coisas só ganham sentido quando se conhece a amizade. O Pequeno Príncipe compreende que apesar de o mundo ter milhares de rosas, a rosa de seu planeta era única, pois somente ela era mantenedora de seu amor, de seu afeto.
É estranho conceber que o processo de individuação não esteja ligado única e exclusivamente ao próprio sujeito que busca este estágio, mas tornar-se individuo só é possível quando existe o outro. Não é possível ser único, se não for para alguém.
Voltando à lição da raposa, ela diz: “o essencial é invisível aos olhos”. A individualidade se faz nas pequenas coisas, nos detalhes que muitas vezes são esquecidos. É através do afeto direcionado ao objeto que faz com que ele se torne diferente dos demais objetos. Um jeito de sorrir, um pequeno defeito, ou mesmo uma mania apaixonante são os reais responsáveis por que o sujeito possa ser, então, considerado único. Do contrário, sem estes atestados de afeto tão simples e quase imperceptíveis, todo o resto seria desperdiçado e o indivíduo não passaria de mais um entre muitos.
Como diz o Pequeno Príncipe, “o que torna belo o deserto é que ele esconde um poço em algum lugar”. Quando ganhamos um presente, ele carrega o sorriso de quem o deu, a expectativa no desembrulhar. Se fosse somente o presente em si, este não seria nada além de uma casca.
Poucos são os capazes de desfrutar destes pequenos detalhes, a maioria acaba acreditando que estas cascas são o conteúdo que buscam. Nunca encontrarão felicidade, viverão nessa eterna busca que não chega a lugar algum. Mas sobre isso, prefiro que o próprio Pequeno Príncipe dê seu conselho:

“_ Os homens de teu planeta cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim... e não encontram o que procuram...”
“_ E, no entanto, o que eles procuram poderia ser encontrado numa só rosa, ou num poço de água.”
“_ Mas os olhos são cegos. É preciso ver com o coração...”

POR, THIAGO TAVARES.









PUBLICO MAIS UMA VALIOSA CONTRIBUIÇÃO DO DILETO AMIGO THIAGO TAVARES, COMPARTILHOU COMIGO UM EXCELENTE ARTIGO DO KANITZ, ASSIM COMO ELE ADMINISTRADOR DE EMPRESAS...

MUITO ESCLARECEDOR ESSE ARTIGO, ASSIM COMO EU, NÓS SABEMOS QUE É COM DEDICAÇÃO E TREINO EXAUSTIVO QUE ENCONTRAMOS A PLENITUDE MÁXIMA... LEIAM!!


* Thiago Tavares é Administrador Empresas, pela UNEB ( Universidade Estadual da Bahia), crítico político, fazendo especialização nos Estados Unidos, onde já reside há 02 anos.




Escrever um bom artigo é bem mais fácil do que
a maioria das pessoas pensa. No meu caso, português foi sempre a minha pior matéria. Meu professor de português, o velho Sales, deve estar se revirando na cova.

Ele que dizia que eu jamais seria lido por alguém. Portanto, se você sente que nunca poderá escrever, não desanime, eu sentia a mesma coisa na sua idade.

Escrever bem pode ser um dom para poetas e literatos, mas a maioria de nós está apta para escrever um simples artigo, um resumo, uma redação tosca das próprias idéias, sem mexer com literatura nem com grandes emoções humanas.

O segredo de um bom artigo não é talento, mas dedicação, persistência e manter-se ligado a algumas regras simples. Cada colunista tem os seus padrões. Eu vou detalhar alguns dos meus e espero que sejam úteis para você também.

1. Eu sempre escrevo tendo uma nítida imagem da pessoa para quem eu estou escrevendo. Na maioria dos meus artigos para a Veja, por exemplo, eu normalmente imagino alguém com 16 anos de idade ou um pai de família.

Alguns escritores e jornalistas escrevem pensando nos seus chefes, outros escrevem pensando num outro colunista que querem superar, alguns escrevem sem pensar em alguém especificamente.

A maioria escreve pensando em todo mundo, querendo explicar tudo a todos ao mesmo tempo, algo na minha opinião meio impossível. Ter uma imagem do leitor ajuda a lembrar que não dá para escrever para todos no mesmo artigo. Você vai ter que escolher o seu público alvo de cada vez, e escrever quantos artigos forem necessários para convencer todos os grupos. O mundo está emburrecendo porque a TV em massa e os grandes jornais não conseguem mais explicar quase nada, justamente porque escrevem para todo mundo ao mesmo tempo. E aí, nenhum das centenas de grupos que compõem a sociedade brasileira entende direito o que está acontecendo no país, ou o que está sendo proposto pelo articulista. Os poucos que entendem não saem plenamente ou suficientemente convencidos para mudar alguma coisa.
2. Há muitos escritores que escrevem para afagar os seus próprios egos e mostrar para o público quão inteligentes são. Se você for jovem, você é presa fácil para este estilo, porque todo jovem quer se incluir na sociedade.

Mas não o faça pela erudição, que é sempre conhecimento de segunda mão. Escreva as suas experiências únicas, as suas pesquisas bem sucedidas, ou os erros que já cometeu.

Querer se mostrar é sempre uma tentação, nem eu consigo resistir de vez em quando de citar um Rousseau ou Karl Marx. Mas, tendo uma nítida imagem para quem você está escrevendo, ajuda a manter o bom senso e a humildade. Querer se exibir nem fica bem.

Resumindo, não caia nessa tentação, leitores odeiam ser chamados de burros. Leitores querem sair da leitura mais inteligentes do que antes, querem entender o que você quis dizer. Seu objetivo será deixar o seu leitor, no final da leitura, tão informado quanto você, pelo menos na questão apresentada.

Portanto, o objetivo de um artigo é convencer alguém de uma nova idéia, não convencer alguém da sua inteligência. Isto, o leitor irá decidir por si, dependendo de quão convincente você for.

3. Reescrevo cada artigo, em média, 40 vezes. Releio 40 vezes, seria a frase mais correta porque na maioria das vezes só mudo uma ou outra palavra, troco a ordem de um parágrafo ou elimino uma frase, processo que leva praticamente um mês.

Ninguém tem coragem de cortar tudo o que tem de ser cortado numa única passada. Parece tudo tão perfeito, tudo tão essencial. Por isto, os cortes são feitos aos poucos.

Depois tem a leitura para cuidar das vírgulas, do estilo, da concordância, das palavras repetidas e assim por diante. Para nós, pobres mortais, não dá para fazer tudo de uma vez só, como os literatos.

Melhor partir para a especialização, fazendo uma tarefa BEM FEITA por vez.

Pensando bem, meus artigos são mais esculpidos do que escritos. Quarenta vezes talvez seja desnecessário para quem for escrever numa revista menos abrangente. Vinte das minhas releituras são devido a Veja, com seu público heterogêneo onde não posso ofender ninguém.

Por exemplo, escrevi um artigo "Em terra de cego quem tem um olho é rei". É uma análise sociológica do Brasil e tive de me preocupar com quem poderia se sentir ofendido com cada frase.

O Presidente Lula, apesar do artigo não ter nada a ver com ele, poderia achar que é uma crítica pessoal? Ou um leitor achar que é uma indireta contra este governo? Devo então mudar o título ou quem lê o artigo inteiro percebe que o recado é totalmente outro?

Este é o tipo de problema que eu tenho, e espero que um dia você tenha também.

O meu primeiro rascunho é escrito quando tenho uma inspiração, que ocorre a qualquer momento lendo uma idéia num livro, uma frase boba no jornal ou uma declaração infeliz de um ministro. Às vezes, eu tenho um bom título e nada mais para começar. Inspiração significa que você tem um bom início, o meio e dois bons argumentos. O fechamento vem depois.

Uma vez escrito o rascunho, ele fica de molho por algum tempo, uma semana, até um mês. O artigo tem de ficar de molho por algum tempo. Isso é muito importante.

Escrever de véspera é escrever lixo na certa. Por isto, nossa imprensa vem piorando cada vez mais, e com a internet nem de véspera se escreve mais. Internet de conteúdo é uma ficção. A não ser que tenha sido escrito pelo próprio protagonista da notícia, não um intermediário.

A segunda leitura só vem uma semana ou um mês depois e é sempre uma surpresa. Tem frases que nem você mais entende, tem parágrafos ridículos, mas que pelo jeito foi você mesmo que escreveu. Tem frases ditas com ódio, que soam exageradas e infantis, coisa de adolescente frustrado com o mundo. A única solução é sair apagando.

O artigo vai melhorando aos poucos com cada releitura, com o acréscimo de novas idéias, ou melhores maneiras de descrever uma idéia já escrita.

Estas soluções e melhorias vão aparecendo no carro, no cinema ou na casa de um amigo. Por isto, os artigos andam comigo no meu Palm Top, para estarem sempre à disposição.

Normalmente, nas primeiras releituras tiro excessos de emoção. Para que taxar alguém de neoliberal, só para denegri-lo? Por que dar uma alfinetada extra? É abuso do seu poder, embora muitos colunistas fazem destas alfinetadas a sua razão de escrever.

Vão existir neoliberais moderados entre os seus leitores e por que torná-los inimigos à toa? Vá com calma com suas afirmações preconceituosas, seu espaço não é uma tribuna de difamação.

4. Isto leva à regra mais importante de todas: você normalmente quer convencer alguém que tem uma convicção contrária à sua. Se você quer mudar o mundo você terá que começar convencendo os conservadores a mudar.

Dezenas de jornalistas e colunistas desperdiçam as suas vidas e a de milhares de árvores, ao serem tão sectários e ideológicos que acabam sendo lidos somente pelos já convertidos. Não vão acabar nem mudando o bairro, somente semeando ódio e cizânia.

Quando detecto a ideologia de um jornalista eu deixo de ler a sua coluna de imediato. Afinal, quero alguém imparcial noticiando os fatos, não o militante de um partido. Se for para ler ideologia, prefiro ir direto na fonte, seja Karl Marx ou Milton Friedman. Pelo menos, eles sabiam o que estavam escrevendo.

É muito mais fácil escrever para a sua galera cativa, sabendo que você vai receber aplausos a cada "Fora Governo" e "Fora FMI". Mas resista à tentação, o mercado já está lotado deste tipo de escritor e jornalista. Economizaríamos milhares de árvores e tempo se graças a um artigo seu, o Governo ou o FMI mudassem de idéia.
5. Cada idéia tem de ser repetida duas ou mais vezes. Na primeira vez você explica de um jeito, na segunda você explica de outro. Muitas vezes, eu tento encaixar ainda uma terceira versão.

Nem todo mundo entende na primeira investida, a maioria fica confusa. A segunda explicação é uma nova tentativa e serve de reforço e validação para quem já entendeu da primeira vez.

Informação é redundância. Você tem que dar mais informação do que o estritamente necessário. Eu odeio aqueles mapas de sítio de amigo que se você errar uma indicação você estará perdido para sempre. Imagine uma instrução tipo: "se você passar o posto de gasolina, volte, porque você ultrapassou o nosso sítio".

Ou seja, repeti acima uma idéia mais ou menos quatro vezes, e mesmo assim muita gente ainda não vai saber o que quer dizer "redundância" e muitos nunca vão seguir este conselho.

Neste mesmo exemplo acima também misturei teoria e dois exemplos práticos. Teoria é que informação para ser transmitida precisa de alguma redundância, o posto de gasolina foi um exemplo.

Não sei porque tanto intelectual teórico não consegue dar a nós, pobres mortais, um único exemplo do que ele está expondo. Eu me recuso a ler intelectual que só fica na teoria, suspeito sempre que ele vive numa redoma de vidro.

6. Se você quer convencer alguém de alguma coisa, o melhor é deixá-lo chegar à conclusão sozinho, em vez de você impor a sua. Se ele chegar à mesma conclusão, você terá um aliado. Se você apresentar a sua conclusão, terá um desconfiado.

Então, o segredo é colocar os dados, formular a pergunta que o leitor deve responder, dar alguns argumentos importantes, e parar por aí. Se o leitor for esperto, ele fará o passo seguinte, chegará à terrível conclusão por si só, e se sentirá um gênio.

Se você fizer todo o trabalho sozinho, o gênio será você, mas você não mudará o mundo, e perderá os aliados que quer ter.

Num artigo sobre erros graves de um famoso Ministro, fiquei na dúvida se deveria sugerir que ele fosse preso e nos pagar pelo prejuízo de 20 bilhões que causou, uma acusação que poderia até gerar um processo na justiça por difamação.

Por isto, deixei a última frase de fora. Mostrei o artigo a um amigo economista antes de publicá-lo, e qual não foi a minha surpresa quando ele disse indignado: "um ministro desses deveria ser preso". A última frase nem foi necessária.

Portanto, não menospreze o seu leitor. Você não estará escrevendo para perfeitos idiotas e seus leitores vão achar seus artigos estimulantes. Vão achar que você os fez pensar.

7. O sétimo truque não é meu, aprendi num curso de redação. O professor exigia que escrevêssemos um texto de quatro páginas. Feita a tarefa, pedia que tudo fosse reescrito em duas páginas sem perder conteúdo.
Parecia impossível, mas normalmente conseguíamos. Têm frases mais curtas, têm formas mais econômicas, tem muita lingüiça para retirar.

Em dois meses aprendemos a ser mais concisos, diretos, e achar soluções mais curtas. Depois, éramos obrigados a reescrever tudo aquilo novamente em uma única página, agora sim perdendo parte do conteúdo.
Protesto geral, toda frase era preciosa, não dava para tirar absolutamente nada. Mas isto nos obrigava a determinar o que de fato era essencial ao argumento, e o que não era.

Graças a esse treino, a maioria das pessoas me acha extremamente inteligente, o que lamentavelmente não sou, fui um aluno médio a vida inteira. O que o pessoal se impressiona é com a quantidade de informação relevante que consigo colocar numa única página de artigo, e isto minha gente não é inteligência, é treino.

Portanto, mãos à obra. Boa sorte e mudem o mundo com suas pesquisas e observações fundamentadas, não com seus preconceitos.

POR, KANITZ.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Falsas Simpatias.








"O homem de palavra fácil e personalidade agradável raras vezes é homem de bem." (Confúcio)


Agradeço aos benévolos amigos por sempre terem aceito em sua grei uma personalidade controvertida.

Já dizia Shakespeare: "O ser fiel a si mesmo pode, naturalmente, incomodar uma quantidade ponderável de pessoas e de grupos."

Estou inspirado a falar como nosso mestre Jesus Cristo, falando por parábolas mas, para quem tem feeling e pensamento aguçado consegue interpretar o sentido das palavras professadas.


Ao recorrer a uma opinião de um dileto amigo, ele me aconselhou: você precisa ser um administrador de um belo sorriso, não diria falso, mas se camuflar perante as adversidades e do não gostar.

Saí desanimado. A receita era altamente idiossincrática. Funcionava para o dileto amigo, proprietário de carisma e inquilino do exótico. Seria desastre certo para um conservador tipico inglês e encabulado tecnocrata. Sempre preferi a diligência das formigas à displicência da cigarras.

Mas, sempre vou agir como os mulçumanos que descalçam suas sandálias na porta da mesquita, para não contaminá-la com a poeira, o barro e o estrume das ruas.

Homem superior é aquele que começa por pôr em prática as suas palavras e em seguida fala de acordo com as suas acções.
(Confúcio)


Posso até perder "amigos", mas a sinceridade me faz ganhar IRMÂOS para a eternidade.

Ahh e DIGA NÃO AS DROGAS!!

Beijos no Coração....

Robson Miranda...

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Educação Brasileira.








Saíram os resultados de 2009 do Programa Internacional de Avaliação de Alunos, o Pisa. Dos 65 países examinados, o Brasil ficou em 53º lugar em leitura e 57% em matemática. Nossa colocação no levantamento pode parecer frustrante, mas veja o lado bom da coisa: se os estudantes brasileiros continuarem nessa progressão intelectual, em poucos anos alcançarão os estudantes de países desenvolvidos como Trinidad e Tobago, Cazaquistão e Azerbaijão.


Piada né?! A mísera educação da rede pública, somada a tendenciosa educação da rede privada, formam alunos fazedores de contas e leitores sem discernimento.

Em novembro de 2009, a Câmara dos Deputados e o Senado aprovaram uma emenda à Constituição que obriga os pais a entregar os filhos de quatro anos à escola (atualmente o MEC exige a guarda intelectual dos brasileirinhos aos seis anos). O leitor dirá: "Certíssimo. O Estado tem a obrigação de garantir educação e quanto mais cedo melhor". A educação estatal é um direito, recitará o leitor. Mas eu não tenho a liberdade de rejeitar esse direito e educar meus filhos em casa, longe da fábrica de burros que é a escola, pública ou privada, pois posso ir para a cadeia por tal gesto antipatriótico.


Pasmem nobres leitores, a perspectiva segundo a PISA é que em 20 anos o país vai passar para o patamar médio. Pasmem ainda, vamos ser medíocres. Que beleza, não?

Enquanto países como Coreida do Sul, Japão, Austrália, até o Chile nosso vizinho, possui CR( Coeficiente de Rendimento Escolar) acima de 90%, acreditem em 20 anos o Brasil vai chegar ao patamar medíocre.


Desse jeito, vou suar o que for, junto com a futura mãe para que nossos filhos estudem em Lisboa, Estocolmo, Santiago, Berlim...Para que formemos HOMENS de VERDADE, não meros fazedores de contas e leitores passivos.

Como nos ensinou Paulo Freire, educar é um ato político.


Vamos refletir sobre isso!!

Saudações Cordiais,

Robson Miranda.

sábado, 11 de dezembro de 2010

A sabedoria de Mário Ferreira Santos.





Esse país é muito engraçado um verdadeiro circo que no picadeiro se encontram vários palhaços, e na platéia milhões de bajuladores que aplaudem tudo que os palhaços fazem.

O mais espantoso é que esses "cavalos marinhos" conseguem destruir e relegar ao ostracismo, aqueles grandes formadores de opiniões, homens que conseguem ser acima de seu tempo. Homens estes, que dizem a verdade antes do tempo.

Talvez esse seja o grande medo dos "patetas", o medo da informação, da educação esmerada, do conhecimento, do discernimento, talvez com esses atributos certamente o picaderio estaria cheio, mas a platéia estaria também cheia de gente que vaiariam com muita veemencia, e como todos sabem: Sem público não há espetáculo.

Peço a licença de publicar nesse humilde espaço um trecho da obra de Mário Ferreira Santos, tenho certeza que muitos dos que lerão essa publicação, nunca ouviram falar desse "monstro" nacional, um homem que viveu para devolver ao país a inteligência sufocada, viveu para ratificar a verdadeira essência do homem na Terra, apreciar as obras de Mário Ferreira Santos é inebriante, esclarecedor, uma luz nesta treva ignara que o país vive.

Segue um pequeno trecho de uma palestra de Mário Ferreira no Instituto Teológico Salesiano - São Paulo realizada (07/03/1967).


Certa ocasião eu passei por uma experiência muito séria, eu tenho me dedicado mais a dar aulas para grupos isolados, nunca me preocupei em ser professor de escola alguma, aliás faço isso deliberadamente porque tenho um modo de ver, de sentir e de pensar muito pessoais e não gosto de entrar em choques com os outros, gosto de respeitar a idéia alheia e naturalmente isto dentro de uma universidade é difícil, porque tem o seu programa, a sua orientação e eu não concordo, por exemplo, eu não dou aulas de filosofia de menos de três horas, o aluno que não pode suportar três horas não deve estudar filosofia, é o meu modo de sentir, de pensar e de ver.

De maneira que eu tenho uma vida isolada, dedicada apenas ao ensino particular, mas faço a minha ação pastoral, faço a minha catequese, porque no meu curso aparecem homens de todas as tendências, vindos de todos os setores, materialistas, ateus, e eu procuro dar-lhes uma fé, uma visão mais profunda. Eu passei por uma experiência que foi uma grande para mim e que talvez os senhores, dela possam aproveitar muito para a sua vida futura, quando se dedicarem a vida apostolar. Eu tinha um aluno, que era um dos meus melhores alunos, dos mais inteligentes, que havia revelado o maior talento para a filosofia, e me parecia que ele aceitava plenamente tudo o que eu propunha e dava em aula. Um dia ele pediu um encontro particular, veio a minha casa e me disse: “professor, eu quero avisar-lhe que vou deixar de freqüentar as suas aulas”, “pois não, qual é o motivo?” perguntei, ele respondeu: “eu quero ser-lhe franco, eu perdi a fé, eu não creio mais, não posso admitir nenhum fundamento na religião, no cristianismo, primeiro porque Cristo para mim não tem nenhum sentido histórico, Cristo não existiu, Cristo é uma invenção”.

Prosseguiu dizendo que tinha perdido completamente a fé em Cristo, que Cristo não tinha mais nenhum sentido para ele e que nesta vida devia se procurar os frutos que ela pode dar porque só aqui é que vamos colhê-los, porque a outra não existia. Ele estava completamente descrente. “Bem, - eu disse para o jovem – fico muito satisfeito por um lado e triste por outro. Triste por saber que você chegou a este ponto, mas satisfeito pela sua atitude honesta de vir comunicar-me esta sua posição atual, mas me permita que fale um pouco, que lhe diga alguma coisa”. Ele disse: “professor não adianta, se o senhor vai querer pregar alguma coisa para mim não adianta mais, porque eu estou decidido, já escolhi”. Eu disse-lhe: “não tem importância, mas me deixa falar”.

Disse: “então vamos examinar Cristo por um ângulo fora da religião, vamos examinar Cristo pelo ângulo puramente estético”. Olhamos assim os personagens criados pela literatura através dos tempos e veremos que nenhum desses personagens, você pode escolher qualquer um, o que quiser, Lohengrin. Don Quixote, etc., nenhuma desses personagens apresenta a grandeza da vida de Cristo. Naturalmente não vou relatar os detalhes da conversa, não há necessidade. Falei sobre a vida de Cristo, a grandeza de Cristo, a sua primeira manifestação nas bodas de Caná, Cristo ante a adúltera, Cristo nas suas pregações, Cristo através de todo tempo, etc. Mostrei para ele, por exemplo, que Don Quixote adequava-se a uma determina época, mas não teria sentido, por exemplo, dentro da sociedade atual. Mas que observasse que também por exemplo, a “Crítica da razão pura” de Kant estaria adequada a época em que foi feita, imagine ela feita na época das Cruzadas, não teria nenhum sentido, nenhuma adequação com a época. Prossegui: “podemos citar vários exemplos dessa espécie, que é um aspecto histórico, mas você observa que Cristo não tem essa historicidade, que Cristo vence a história, que Cristo podia vir hoje, que Cristo podia ainda hoje estar pregando, que Cristo podia estar seguindo pelos caminhos do mundo a pregar para as multidões, a apurá-las a fazer o bem, Cristo é eternamente atual, tem uma atualidade que ultrapassa ao tempo. Além de que você não pode negar que Cristo corresponde perfeitamente ao arquétipo que você tem, que você deve ter, que é humano, o arquétipo do grande santo, o arquetipo do grande herói, o arquetipo do grande sábio. Nós vemos Cristo representar este arquetipo em todos os aspectos, você não pode me negar a verdade arquetípica de Cristo. Ele corresponde a estes arquetipos, você não pode ofender Cristo, você não pode chegar a negar o valor deste homem, você teria que reconhecer que esta personagem se tivesse existido você lhe prestaria homenagem.”


Ele foi concordando, não podia deixar de concordar, então eu fui prosseguindo e disse: “vamos aceitar, vamos partir, meu amigo, da verdade arquetípica de Cristo, como o maior exemplo do sábio, do santo e do herói. Basta-me isto para que possamos daí levar avante e recuperar o que você perdeu.” “Eu aceito tudo isso, mas a historicidade dele, não.” “Mas não preciso da historicidade dele, Cristo é uma verdade humana dentro de todos nós, todos nós o desejamos, todos nós o queremos, todos nós queremos este sábio, este santo, este herói, todos nós marchamos para ele. Você pode negar a historicidade como quiser, mas você não pode negar a si mesmo, não pode negar a sua própria realidade, é o seu coração que pede, é todo o seu ser que clama por isso, você gostaria que fosse assim, você queria um mundo cristão, você queria um mundo em que os homens se amassem uns aos outros, você queria um mundo em que todos se compreendessem, um mundo de reconciliações, um mundo em que os homens se reconciliassem com a vida e uns com os outros, você não pode negar que tem que sentir este desejo, isto também é uma arquetipo dentro de você, é uma arquetipo social que você tem”.



Ele não pode negar, não podia negar porque era honesto, já o fora na atitude que havia tomado para comigo e assim tinha que prosseguir. Este homem foi recuperado, voltou-lhe a fé, ele reencontrou a fé através dos arquetipos. Hoje esse aluno está cursando um Seminário.

O homem superior....





LI ESSE TEXTO EM ALGUM LUGAR E GOSTEI...




O homem superior poderia ser representado pelo personagem de Will Smith em "À procura da felicidade", Chris Gardner (Will Smith) enfrenta sérios problemas financeiros e é abandonado pela esposa e acaba ficando sozinho com o filho. Quem não se emocionou na cena do banheiro onde Chris e seu filho tem que dormir no banheiro de uma estação de trem, pois os dois tinham acabado de ser despejados de seu lar por falta de pagamento. Chris segura a porta do banheiro enquanto seu filho pega no sono, logo chegam pessoas batendo na porta do banheiro querendo usá-lo, Chris rapidamente tapa os ouvidos do filho pra ele não acordar e chora pedindo pra deus para aquilo acabar logo e aquelas pessoas saírem dali.

Sim, me emocionei muito com a cena, acredito que muitos também se sentiram na pele de Chris, se sentiram na jornada do personagem (detalhe: a historia é baseada em fatos reais).

Outro bom representante do homem superior é o Detetive John Hartigan, personagem de Bruce Willis em Sin City, que após 30 anos de serviço à justiça decide abandonar a profissão, e é um dos poucos (senão o único) policial honesto de toda a corporação. Hartigan prefere morrer a falhar no seu trabalho sempre com a justiça acima de tudo, acaba tendo que tirar a própria vida pra salvar um inocente.

Hartigan não queria dinheiro, fama, nada do tipo. Ele só queria fazer seu trabalho e viver uma vida de paz e simplicidade.

O Capitão Roberto Nascimento tem uma jornada dura de trabalho junto com estresse e decisões quase impossíveis a se tomar para não arriscar a vida de seu batalhão e nem a de inocentes.

Um homem comum não teria o controle emocional e nem a força de pensamento do cap. Nascimento para ter que enfrentar bandidos depois de ver que seu amigo foi rebaixado de posto, logo depois morto e seu filho baleado é muito duro pra uma pessoa só. Nenhum homem comum conseguiria ter força no meio de tanta dor.

Eu poderia fazer uma lista enorme com vários filmes com personagens que retratam a figura do Homem Superior, mas não é esse o meu propósito. O que esses homens têm em comum senão a vontade de vencer seus objetivos, tomar decisões meramente impossíveis, lutar contra eles mesmos, buscar força onde possa parecer impossível se ter força, superar limites?

Se você não entendeu o que eu estou querendo dizer aqui, é por que talvez não seja de sua natureza querer ser esse homem ou pior, você possa acreditar que seja esse homem, mas o que você não entende é que esse homem não se torna superior da noite pro dia.

O homem superior não busca popularidade ou mesmo fama. Esse homem busca viver em paz com simplicidade, fazer o melhor no seu trabalho (por mais sofrido que seja), dar o melhor para sua família, amar sua mulher como se fosse o ultimo dia de sua vida. Ele sente que precisa fazer isso, já nasceu com ele, é como se fosse parte dele.

Por mais triste, dramática, dura, difícil, trabalhosa, estressante que foram à vida destes homens, eles nunca se deixaram abalar totalmente. Só assim é que se forma o modo de pensar e de vida do verdadeiro homem.

Só nas dificuldades é que ele desperta, renascem e crescem. Enfrentar as barreiras que a vida coloca é extremamente natural, ficar choramingando feito um bebe, não. A melhor universidade é a vida, isso faculdade nenhuma te ensina.

Se você é um cara que estuda, se esforça não se envolve com coisas erradas, não se envolve com pessoas erradas, respeita seus pais e familiares, respeita a vida, a natureza; como você pode ser um fracassado? Só por que aquela gostosinha não te da bola ou porque você não é um pegador?

Esqueça essa idéia de que você é um fracassado, pare de choramingar. As dificuldades estão ai para você vencer elas e não o contrario. Pare com essa inveja do cafajeste, o cafajeste é um fraco, ele só é forte enquanto não se prende a alguém, mas quando se prende ele mostra o quanto ele é fraco.


"Se você não estiver disposto a ser forte e não for interiormente corajoso, é melhor desistir de ser macho e virar uma borboleta... ou então mude de idéia e se disponha a adquirir coragem.

Vejo muitos caras achando que as mulheres vão se apaixonar por eles apenas por piedade. Acreditam que basta dar-lhes amor e, assim, a retribuição será automática. Estão perdidos.

Se você pensa que basta ser bonzinho para ser reconhecido. ..está perdido. Jogue sua cabeça no vaso sanitário e dê descarga para o bem das gerações futuras." (Nessahan Alita).

O Cafajeste é escravo do próprio pênis seu destino já é certo. Graças ao liberalismo sexual (nada contra, mas na pratica ele é confundido com libertinagem sexual), o cafajeste não existiria, pois o cafajeste é um subproduto da liberdade sexual. O cafajeste se aproveita do feminismo para conseguir o maior numero de mulheres. Ele faz parte do sistema liberal sexual assim como a promiscua.

Não saia do seu foco de vida por uma paixão sem sentido, as coisas estão difíceis hoje, mas podem melhorar amanhã. Ocupem-se quando coisas ruins vierem a sua cabeça. Leia um livro, assista a um filme, ouça sua banda favorita, pratique um esporte.

Trabalhe seu auto-respeito seja superior ao cafajeste e ao homem bonzinho romântico. Se você assim como eu tem essa natureza, se você assim como eu tem esse valor então amigo siga firme. Você não tem nada a perder, acredite.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

A exploração estatal do erotismo é característica inconfundível dos regimes totalitários e revolucionários.







Por que devemos consentir em continuar chamando de "Sua Excelência, o Senhor Ministro da Educação" um semianalfabeto que não sabe sequer soletrar a palavra "cabeçalho"? Por que devemos continuar adornando com o título de "Sua Excelência, o Senhor Ministro da Defesa" um civil bocó que se fantasia de general sem nem saber que com isso comete ilegalidade? Por que devemos honrar sob a denominação de "Sua Excelência, o Senhor Ministro da Cultura" um pateta sem cultura nenhuma? Por que devemos curvar-nos ante a magnificência presidencial de um pervertido que se gaba de ter tentado estuprar um companheiro de cela e diz sentir nostalgia do tempo em que os meninos do Nordeste tinham - se é que tinham - relações sexuais com cabritas e jumentas?


Essas criaturas, é certo, têm o direito legal a formas de tratamento que as elevam acima do comum dos mortais, mas até quando nossos nervos suportarão o exercício supremamente antinatural e doentio de fingir respeito a pessoas que não merecem respeito nenhum, que só emporcalham com suas presenças grotescas os cargos que ocupam? Respeito, afinal de contas, é noção hierárquica: sem o senso da distinção entre o melhor e o pior, o alto e o baixo, o excelso e o vulgar, não há respeito possível.

Nietzsche já observava: Quem não sabe desprezar não sabe respeitar. Se um sujeito que só merece desprezo aparece envergando um uniforme, ostentando um título, exibindo um crachá que o diz merecedor de respeito, estamos obviamente sofrendo uma agressão psicológica, um ataque de estimulação contraditória, ou dissonância cognitiva, que esfrangalha o cérebro mais vigoroso e reduz ao estado de cãezinhos de Pavlov as mentes mais lúcidas e equilibradas.

Um povo submetido a esse regime perde todo senso de gradação valorativa, todo discernimento moral. Prolongado o tratamento para além de um certo ponto, a sociedade entra num estado de desmoralização completa, de apatia, de indiferentismo, onde só os mais cínicos e desavergonhados podem sobreviver e prosperar.

Mas não é só nas pessoas que o encarnam que o presente governo é uma usina de estimulações desmoralizantes. Impondo a sodomia como o mais sacrossanto e incriticável dos atos, as invasões de terras como modalidade superior de justiça fundiária, o abortismo como dever de caridade cristã, a distribuição de pornografia às crianças como alta obrigação pedagógica, Suas Excrescências estão fazendo o que podem para sufocar, na alma do povo brasileiro, toda capacidade de distinguir entre o bem e o mal e até a vontade de perceber essa distinção.

Nunca, na história de país nenhum, se viu uma degradação moral tão rápida, tão geral e avassaladora. Os crimes mais hediondos, as traições mais flagrantes, os escândalos mais intoleráveis são aceitos por toda parte não só com indiferença, mas com um risinho de cumplicidade cínica que, nesse ambiente, vale como prova de realismo e maturidade.

Em cima de tudo, posam as personalidades mais feias e disformes, ante as quais mesmo homens sem interesses obscuros em jogo se sentem obrigados a debulhar-se em louvores e rapapés.

Num panorama tão abjeto, destacam-se quase como um ato de heroísmo as manifestações de desrespeito ostensivo com que os estudantes da Universidade de Brasília saudaram, na inauguração do "beijódromo", o presidente da República, seu ministro da Incultura e o reitor José Geraldo Souza Júnior.

Que é um "beijódromo", afinal? Idéia suína concebida na década de 60 por Darci Ribeiro, um dos intelectuais mais festeiros e irresponsáveis que já nasceram neste País, então deslumbrado com a doutrina marcusiana da gandaia geral como arma da revolução comunista, o "beijódromo" é um estímulo à transformação da universidade em espaço lúdico-erótico onde um governo de vigaristas possa obter ganhos publicitários explorando calhordamente os instintos lúbricos da população estudantil, assim desviada dos deveres mais óbvios que tem para consigo mesma e para com o País.

Meu caro amigo Reinaldo Azevedo assim resumiu o caso: "Um estado totalitário reprime o tesão. Um estado demagogo o estatiza." Peço vênia para discordar. Excetuados os países islâmicos, só alguns regimes autoritários, de natureza transitória, ousaram impor a repressão sexual.

A exploração estatal do erotismo é característica inconfundível dos regimes totalitários e revolucionários. Quem tenha dúvida fará bem em percorrer as 650 páginas do estudo magistral de E. Michael Jones, Libido Dominandi: Sexual Liberation and Political Control (St. Augustine's Press, 2000). O "beijódromo" é a cristalização mais patente de um totalitarismo em gestação.

Os gritos e insultos com que Lula foi recebido por estudantes que querem algo mais que pão, circo e orgasmo refletem um fundo de sanidade que ainda resta na alma popular: nem todos os cérebros, neste País, estão perfeitamente adestrados na arte de bajular o que não presta.

Esse protesto impremeditado, espontâneo, sem cor ideológica definida, traz a todos os brasileiros a mais urgente das mensagens: no estado de degradação pomposa a que chegamos, só uma vigorosa falta de respeito pode nos salvar.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Carta a um jovem...




Meu jovem amigo,

Recebi a sua carta, na forma de e-mail, e decidi responde-la porque me pareceu muito pertinente e oportuna. Os pontos que você nela levanta são os mesmo que os pares de sua geração o fazem: estamos imersos em um mundo de mentira sistemática e é muito difícil para os jovens discernir entre o erro e o acerto, a verdade e a mentira, o justo e o injusto.

Digo-lhe isso com muita convicção, pois tenho filhos praticamente da sua idade, que levantam os mesmo problemas e as mesmas dúvidas. Casualmente uma de minhas filhas cursa o segundo ano de Direito na Faculdade São Francisco, em São Paulo, e o objeto da sua missiva tem sido tema de discussões recorrentes e inesgotáveis.

O seu primeiro ponto, sobre as exigências que lhe fazem sobre a coerência de idéias, é algo bastante comum entre os militantes de esquerda. O que eu posso lhe dar é o testemunho da minha própria existência: sempre mudei. Já fui ateu, comunista, petista, estatista, social-democrata, tudo. Na verdade, é preciso mudar, pois a cada fase da existência alcançamos graus superiores de consciência que freqüentemente negam as antigas convicções. Isso é uma normalidade, é o processo de educação humana em ação. Não se pode exigir que um jovem na faixa dos vinte anos tenha a maturidade e a experiência de alguém com o dobro da sua idade. A cada momento a sua consciência se amplia. Se você for uma pessoa saudável e capaz de auto-desenvolvimento, esse processo será completo.

Quando mudar, então? Quando sua convicção interior lhe recomendar que mude. Não há outro juiz. É você mesmo quem deve saber quando mudar. O processo de aprendizado é algo muito solitário e ninguém de fora pode fazer muito, exceto lhe colocar diante dos olhos os produtos mais refinados do conhecimento humano – das letras e das artes. Se esses conhecimentos poderão ser digeridos e transformados em saber, é uma questão em aberto, que varia de indivíduo para indivíduo.

O fato é que nem todas as verdades são para todos os ouvidos. E só no tempo certo e preparado estamos abertos para as verdades superiores. Lembre-se do alerta do próprio Cristo: “Não dai pérolas aos porcos”.

O que os ideólogos de esquerda querem é que você permaneça usando a linguagem e os cacoetes de um adolescente por toda a vida; é essa a coerência que lhe exigem. Portanto, digo-lhe: jamais seja coerente, cresça na medida em que o tempo lhe fluir e que possa ter mais acesso às fontes do verdadeiro conhecimento. Esqueça essa exigência da coerência burra e infantil, que apenas atesta isso: é a coerência dos beócios, que jamais conseguem sair da idade mental da primeira infância.

Quanto ao fato de dizerem que você não tem personalidade por mudar, é exatamente o contrário: personalidade é individualidade e singularidade. Viver dizendo palavras de ordem e cumprindo o que os falsos gurus determinam é o oposto de ter personalidade própria. Apenas aqueles que mudam é que podem construir uma personalidade para si. Como um indivíduo que parou na primeira infância pode ter uma personalidade? Não pode, por definição. Não passa de uma consciência abortada. Ter personalidade é tornar-se adulto e passar a julgar o mundo e as pessoas pela sua própria ótica. É um supremo exercício de liberdade.

Mude, mude sempre. Siga a sua consciência. Mas advirto: é preciso coragem, pois você irá contrariar o senso comum, você sairá do calor do rebanho dos tolos e medrosos e passará a ter uma existência mais solitária, o que colocará a sua coragem a prova a cada instante. Ser um indivíduo diferenciado é exercer a liberdade, o que significa que deve enfrentar o mundo, o que equivale a enfrentar o Mal. Quem não forma o rebanho ora é visto como um pastor, ora é visto como um lobo que ameaça. É preciso muita inteireza de alma para ser íntegro e não se deixar submergir na maré das idéias feitas e do caos indiferenciado da massa dos tolos.

Você pergunta se “será um pecado ou grande erro mudar de idéia”. É precisamente o contrário. O erro é não mudar. Aqueles que têm compromisso com a Verdade precisam mudar permanentemente, pois conquistar graus elevados de consciência não é algo que se faça de um golpe só, é um processo contínuo que a cada instante exige o abandono das verdades parciais antigas. Ninguém chega à Verdade sem passar pelas dores do longo aprendizado.

É isso que torna uma criança um ser humano adulto e senhor do seu próprio destino, no pleno exercício de sua liberdade. Mude e será um indivíduo pleno.

Receba minhas cordiais saudações.

José Nivaldo Cordeiro

Humildade e Simplicidade....







Ouvi ontem um frase oportuna, acredite de um treinador de futebol, vou compartilhar com vocês....

"Há momentos que você precisa de paz, e para isso você precisa esquecer um pouca da vida.
Buscar a Deus, a religião aquilo que você acredita. Você precisa sumir um pouco da vida, se quiser essa paz. *( Muricy Ramalho, técnico do FLuminense)

Estou cansado de gente chata, gente politicamente correta, gente mesquinha, atrás de holofotes...

Quero muito mais dessa VIDA!!!

No caráter, na conduta, no estilo, em todas as coisas, a simplicidade e a humildade são as supremas virtudes."


Vamos esquecer essas miudezas, essas coisinhas pequenas que nos atormenta, somos maiores do que isso....


Obeserve na foto, note a pureza, simplicidade e felicidade do homem....

Grande parte das coisas boas da vida não são paupáveis, aprecie tudo, viva leve, não se leve muito a sério...e talvez, para isso você precise mesmo sumir um pouco dessa vida para perceber que essas miudezas não te levam a nada....

Seja BREVE!!! Muita coisa foi inventada antes de você nascer!!


VIVA FELIZ, VIVA SUA VIDAA!!! APROVEITE SEU DIA DA MELHOR FORMA POSSÍVEL...

ACORDE CEDINHO, OUÇA OS PÁSSAROS CANTANDO, NOTE QUANTA GENTE AO SEU REDOR VIVE FELIZ, TOME UM CAFÉ MATINAL, DÊ BOM DIA A VIDA!! SE FOR TRABALHAR, VÁ COM PRAZER, FELIZ...SE NÃO FOR, ESTIVER DE FÉRIAS, VÁ NA PRAIA, FAÇA UMA ATIVIDADE FÍSICA....

CORRA, NADE, PESQUE,PULE, RIA, REME, BRINQUE....PRATIQUE ESPORTE...TENHA QUALIDADE DE VIDA...O CAIXÃO NÃO TEM GAVETA, ACABE COM ESSA IDÉIA DE LEVAR OURO PRA SEPULTURA....VIVA, NÃO APENAS EXISTA....

VAMOS COM TUDO!!!


BEIJOS NO CORAÇÃOO!!!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

O Futuro dos EUA, escrito por Thiago Tavares direto da América.





Este espaço agora conta com uma valiosa contribuição do amigo querido Thiago Tavares, que será nosso correspondente em Manhatan. Ele será nosso porta-voz na América. Segue seu artigo sobre as eleições norte americanas.




O que 2010 nos diz sobre 2012?



Depressão econômica? A queda definitiva da América?
Os americanos responderam a essas incomodas perguntas em 2 de novembro de 2010 ao elegerem os republicanos por uma margem superior a 60 cadeiras no congresso norte-americano, uma Vitoria que não se via por ambos partidos desde 1938. Diminuindo ainda a vantagem democrata no senado.


Os americanos acordaram e não deixaram que seus valores de liberdades individuais sejam tomadas pelo Estado, pois se tal fato acontecesse não haveria mais lugar para ir. A constituição Americana feita no século XVIII pelos pais dessa nação, Washington, Franklin, etc., estabeleceu que o Estado deveria ter uma participação mínima na vida das pessoas, deixando as liberdades individuais prevalecerem, e assim se criou a maior nação já vista.


A derrota democrata foi tão maiúscula que o partido democrata já cogita uma preliminar para presidente em 2012, ou seja, um possível confronto de Hillary Clinton com Obama. Seja quem for não será mais possível parar essa nação que esta necessitada de liberdade, de AUSENCIA DE ESTADO. A Vitória republicana esta por vir, os americanos querem alguém como Reagan, alguém que faca ressurgir os valores desse país, alguém Conservador, a primeira providencia que o novo presidente tomará em 2013 será tentar frear todas as atitudes socialistas de Obama, a primeira delas, a reforma na Saúde.


O povo Americano saberá escolher como candidata republicana e futuro presidente alguém que tenha compromisso com a verdade, esse alguém para mim: Sarah Palin.


Por, Thiago Tavares.

* Thiago Tavares é Administrador Empresas, pela UNEB ( Universidade Estadual da Bahia), crítico político, fazendo especialização nos Estados Unidos, onde já reside há 02 anos.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Dê o seu melhor....






Ele disse: “Será aquela que for a mais verdadeira das religiões.” – “E qual é a mais verdadeira das religiões?” – “A mais verdadeira das religiões é aquela que ensina o homem a assemelhar-se a Deus.” “Porque só nos engrandecemos a proporção que Dele nos aproximamos e que Dele nos assemelhamos, e Dele nos afastamos a proporção que Dele nos dissemelhamos.” Dizia Pitágoras aos seus discípulos: “assemelhai-vos a Deus, assemelhai-vos ao Ser Supremo que é oniperfeito, e cada um de vossos atos perfeitos que seja uma oferta ao Ser Supremo, e estareis, então, prestando-lhe a homenagem que lhe é devida.” Aconselhava aos discípulos que respeitassem as homenagens devidas pela lei, que a lei impunha, porque ele vivia num mundo politeísta e ele não podia pregar publicamente as suas idéias, sob pena de perseguição. Sócrates, que foi um pitagórico, por pregar um deus só foi acusado de ateismo e foi esta uma das principais acusações para a sua condenação, porque ele negava a divindade dos outros deuses da mitologia grega.


Vamos tentar ser um pouco da SEMELHANÇA de Deus, e sobreviver a desconstrução desse mundo cretino e maluco.

Perdoai-vos, Senhor! Eles não sabem o que dizem. ( Jesus Cristo )

Viva como se fosse viver para sempre.


Beijos no coração....

Robson Miranda....

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Da Amizade, livro de Marco Túlio de Cícero!









Da amizade é um diálogo composto por Cícero em 44. O autor coloca em cena três interlocutores: Lélio, Fânio e Cévola. O diálogo acontece tem como principal causa a morte de Cipião Emiliano, amigo inesquecível de Lélio, que enfatiza em seu discurso a importância da amizade na vida das pessoas, as formas pelas quais ela se manifesta e suas peculiaridades.

A amizade entre as pessoas é extraordinária. “Que haverá de mais doce que poder falar a alguém com falarias a ti mesmo”? “De que nos valeria a felicidade se não tivéssemos quem com ela se alegrasse tanto quanto nós próprios?” (p. 31). É impossível viver bem sem amigos, pois assim como todos os bens apresentam uma vantagem, amizade envolve em si inúmeras utilidades. Pode-se dizer que a amizade é onipresente; esta estabelece uma comunicação contínua, mesmo se um estiver distante do outro. Vale lembrar que estas qualidades são inerentes a uma amizade verdadeira e perfeita, e nem todas as relações a possuem. Defender a amizade, então, é objetivo primordial daquele que a conquista com fidelidade, constância e justiça.

Manter a amizade com uma pessoa nem sempre significa que essa pessoa relaciona-se reciprocamente com aquele que o tem como amigo, e às vezes, nem o conhece. Podemos considerar amigo aquele que nos conquista pela sua relação respeitável na vida pública e privada, próximos ou semelhantes ao ideal de vida que visamos alcançar. Da mesma forma, uma pessoa pode tornar-se objeto de ódio e desprezo pela sua índole, crueldade e ação contrária ao que julgamos ser merecedora de nossa confiança e consideração.

A existência da amizade não se mede e nem se avalia pela necessidade que se tem em possuí-la. A pessoa que conquista e conserva amigos não é aquela de poucas condições, inseguro de si mesmo. Os que procuram conquistar e conservar amigos são justamente aqueles que têm autoconfiança, é ciente do seu valor e capacidade de discernimento. A amizade nasce através das virtudes e não pela necessidade. Os benefícios que se alcançam através dela não devem ser considerados como o principal motivo para a sua existência, tendo em vista que o maior prêmio é o próprio amor que ela desperta.

Se a amizade é um tesouro de valor inestimável, imagine então o quão difícil é conservá-la até o último dia da vida, pois até nas relações os comportamentos modificam-se, haja vista que cada um tem as suas especificidades, e nem sempre compartilha da mesma visão ou interesses. Lélio considera como o pior flagelo da amizade o apego ao dinheiro ou a disputa de cargos e glórias, típicos de sua época. As desavenças podem ser remediáveis ou desastrosas e podem originar de diversas causas. As queixas não somente sucumbem os melhores relacionamentos, como também gera ressentimentos intermináveis. Segundo Lélio, para escapar dessas fatalidades, não é necessário somente a sabedoria, é preciso sorte.

“Eis, pois, a lei da amizade que se deve estabelecer: nada pedir de vergonhoso, nada de vergonhoso conceder” (p. 53). É uma observação honrosa, que suprime qualquer referência a amizade verdadeira medida por tais comportamentos, em que se espera justificar um ato vergonhoso em nome da dedicação ao outro. Não obstante, é um julgamento oportuno para os dias de hoje, pois em nome da amizade cometem ações infames e inadmissíveis ao real sentido que expressa a amizade. “Assim, maus cidadãos não se deve proteger com a escusa da amizade, mas antes deve ser punido com todos os suplícios...” (p. 58).

Quanto à crítica da tese utilitarista da origem da amizade, uns observam que se deve evitar relações numerosas, para que há haja preocupação expressiva. Se o importante para uma vida bem-sucedida é ter tranqüilidade, então não é sábio aquele que se extenua por muitos. Outros afirmam que ao fazer amigos, devemos buscar apoio e proteção, não benevolência e afeição, pois isso é para fracos e inseguros.

Os males que circuncidam sobre essa relação tão forte e ao mesmo tempo tão delicada são muitos. A riqueza de muitos poderosos afasta os amigos fiéis. O homem é naturalmente competitivo. Alguns reagem a essa individualidade judiciosamente e, às vezes, não chega a comprometer suas relações sociais. Outros deixam arrebatar-se pelo desdém e arrogância. Por isso, vemos pessoas que ao ter uma ascensão, desprezam os amigos antigos e procuram novos. Isso nada mais é que a sólida insensatez, que na abundância de recursos, meios e influências, enche de coisas materiais e não conserva os amigos, que na verdade são os verdadeiros ornamentos da vida.

A escolha dos amigos não é tão simples, haja vista que devemos escolher aqueles que são firmes, estáveis e constantes. E só é possível julgá-los antes de pô-los à prova, que só pode ser feita mediante a relação de amizade. Então, a amizade se antecipa ao julgamento e suprime a possibilidade da experiência prévia. Lélio também faz referência a volubilidade que há por parte daqueles que traem a amizade pelo dinheiro ou cargos que denotam poder. Por isso, as verdadeiras amizades são raras entre aqueles que se consagram às disputas de cargos públicos.

Da amizade deixa-nos um grande ensinamento, que é o cuidado que devemos ter com os bajuladores, que sempre procurar agradar e nunca dizem a verdade, se esta for uma reflexão. Na amizade nada é pior que a adulação, a lisonja, a bajulação. Os inimigos nos prestam um melhor serviço que os amigos que se mostram cheios de doçura: estes nunca falam a verdade, aqueles não medem esforços em publicá-las. O melhor é condenar o vício dos bajuladores, que sempre falam para agradar. No entanto, há quem goste da bajulação. Por isso, não há homem que dê mais ouvidos aos aduladores do que aquele que a si próprio se vangloria com a máxima complacência. Isso não passa de uma virtude imaginária. “Estes se deleitam com a lisonja e, para concordar com suas vontades, pensam que essa vã tagalerice testemunha seu mérito” (p.110). De fato, não há amizade quando um se recusa a escutar a verdade e o outro está disposto a mentir.

É necessário procurar à nossa volta alguém digno de ser amado e capaz de amar, pois as coisas deste mundo são frágeis e passageiras. Por isso, Lélio diz que seu amigo Cipião nunca deixará de viver, pois o amor entre os dois nasceu pela virtude, e esta não morre jamais. Lélio finaliza o assunto ressaltando que só é possível adquirir amigos verdadeiros tendo a virtude como o seu principal atributo, que a sua exceção, nada é superior à amizade.

Cícero (Marcus Tulius Cícero) nasceu em 3 de janeiro de 106 a. C. em Arpino, no Lácio. Sua família pertencia à alta burguesia municipal e fazia parte da ordem equestre, a segunda depois da ordem senatorial. Seu pai mantinha relações em Roma com grandes personagens do Estado, mas não nutria nenhuma ambição romana e se manteve à margem da vida política. Cícero faleceu em 43 a. C.



BIBLIOGRAFIA:
Cícero, Marco Túlio, Da Amizade. – São Paulo: Martins Fontes, 2001.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Minha Vó me ENSINOU....










Este lugar é para você, nobre cavaleiro, que outrora, em épocas de grande glória, lutara corajosamente pelos seus ideais, com a altivez e generosidade dos cavaleiros da távola do Rei Arthur. Sim, este não é seu mundo. Os valores verdadeiros foram esquecidos. Laços de amizade e honra, subestimados. Onde estão os corações valentes, os defensores da justiça e da paz? Onde estão os corteses cavaleiros com suas reluzentes espadas, sempre dispostos a defender os frágeis e oprimidos? Foi-se o tempo em que a palavra de um homem valia mais do que qualquer tesouro, foi-se o tempo em que vivíamos gloriosamente, valorizando apenas fatos essenciais da vida. Você se sente isolado neste mundo de aparências? Procura verdadeiros amigos? Está atrás de um ideal de lealdade que há muito foi ignorado? Venha caro cavaleiro, sente-se à nossa mesa. Falemos de sonhos triunfantes..."

É tão bom viver seus planos e pertencer a ti, DEUS FIEL!

Com minha Vó aprendi que respeito, sinceridade, lealdade,benevolencia, verdade, polidez, são valores essencias a formação de um grande homem. E como sempre me disse: Serás um grande HOMEM meu neto, pois já nasceu um cavalheiro. Um rei pode até formar um NOBRE, mas nunca um CAVALHEIRO!!!

Venham demais cavalheiros, sente-se à nossa mesa!

Robson Miranda...

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Depravados Maconheiros....









Esses senhores que se dizem cidadãos, de envolta com grã-finos malandros e jovens débeis mentais transviados, senhores dos cafés pseudamente parisienses, dos clubinhos de sub-literatura e de artistas medíocres, previamente superados, desmentidos pela sua impotência e improdutividade, de cambulhada com semi-delinqüentes e depravados maconheiros, é que lançam, constantemente, afrontas aos que amam o bem do seu semelhante.
Diga não a legalização da Maconha, ao aborto....

Temos que acreditar na VIDA, nos VALORES, no AMOR, é isso que deve ser perpetrado.
Onde estão os nobres cavaleiros de outrora?
Minha saudosa e querida Avó já me dizia: “Mantenha intacto os seus valores e princípios meu neto, isso é imprescindível à formação de um HOMEM”
Com fé em Deus que amanhã será melhor.
Beijos no coração!!!

Homens de Honra!











— ...O homem que vinha das idades passadas, quando via uma mulher linda, sentia pulsar fortemente o coração. Ele acreditava no caminhar terno do progresso. Todas as coisas eram conquistadas. E cada dia que passava, os homens conquistavam novas vitórias sobre a terra. E tinham fé no infinito das suas vitórias. Mas o homem que vem da idade presente, embora admire muito as mulheres belas, não sente pulsar tanto o seu coração. É que o “homem das idades presentes” não tem nos olhos o mesmo brilho claro do “homem das idades passadas”.
Quando viu o colapso do progresso, e que o crescimento das vitórias humanas haviam encontrado uma barreira, deixou pousar no seu rosto um traço de tristeza. E o seu sorriso, se não é tão profundo como o do homem das idades passadas, é mais ruidoso, embora menos musical. É o homem que perdeu a fé. E é por isso que pulsa menos o seu coração...


Isso é mais lindo e derradeiro sentimento que o homem pode alcançar....

A salvação do homem é no AMOR....

Vamos viver com mais AMOR.....

Beijos no coração de todos....


Robson Miranda...

Onde estamos?





“Quem sequestrou a inteligência brasileira? Quero meu país de volta! Onde está a grande tradição escolástica, a filosofia de cunho religioso, teológico? Hoje, nossa cultura filosófica é quase nula. A crítica não existe mais. Trocou sua independência por cátedras e verbas. O Brasil é um país vital que está caindo aos pedaços. Apartheid construído por uma elite analfabeta. O besteirol está no centro e tem razões mercadológicas, pois os artistas precisam ir gastar muito dinheiro em Miami. Em meio a um tão animado bundalelê, meus amigos, eu não prefiro esta ou aquela universidade, prefiro ler Dante e aguardar a Paurosia, afinal, que os mutantes se divirtam, eu creio no Divino Espírito Santo, na Santa Igreja Católica Apostólica, na remissão dos pecados, na comunhão dos santos, na ressurreição da carne e na vida eterna, Amém”. Disse o Mestre: "Ai de vós, doutores da lei, que tomastes a chave da ciência, e vós mesmos não entrastes e impedistes aos que vinham para entrar!" (Lucas 11, 52)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Mensagem do amigo.











Resolvi tornar público uma resposta de um amigo querido, a minha ausência quando fui insultado por uma turma de caluniadores. Essa resposta, foi a uns e-mails que encaminhei a todos antes das eleições... Confiram....


De: André Flores Aleluia (andre_faleluia25@hotmail.com)
Enviada: sexta-feira, 12 de novembro de 2010 14:17:24
Para: Grupo Amigos;
Cco:


Quando recebi um e-mail do Robson, sabia logo que era algo assertivamente bem laborado pautado, sobretudo, na sua visão crítica e lúcida a cerca dos fatos. Por isso mesmo, vou te responder sobre a sua réplica "nobre" colega, que nas entrelinhas comentou sobre o e-mail do honroso amigo, sem ao menos ele saber.

Ao afirmar que o Robson é imundo, eu confesso que tive um choque. Só podia ser engano ou você agindo de má fé. Tenho do amigo e colega Robson, uma grande admiração aliás a melhor das imagens: um homem íntegro, elegante, criativo, excessivamente crítico e bem humorado com sua crítica, de corte político-ideológico o melhor possível no mundo de hoje, um liberal-conservador de primeira.

Imundo? Não, tal adjetivo tenho certeza que não se aplica a ele. Os grandes homens das letras de todos os tempos quase sempre entraram em conflito com o poder, a exemplo de Miguel de Cervantes, que deu com os costados na prisão.


Talvez isso falte a você, que deve ser um bajulador dessa turma que ele criticou com palavras duras e bem assertivas, neste país, a ânsia de bajular é uma paixão avassaladora, inebriante, incontrolável ela bloqueia por toda parte o uso das faculdades racionais, rompe as comportas do mais elementar senso da realidade, dando vazão a arrebatamentos de entusiasmo laudatório que raiam a idolatria e a psicose.

Ninguém, nem entre os melhores, escapa à sua contaminação pestífera e obsediante.


Imundo ele? É assim que vocês se comportam. Se alguém não reza pelo seu credo é inimigo e, ainda que talentoso e laureado, lançará sobre o dissidente o opróbrio mais depreciativo, sempre que possa.

Aos homens menores, mas honestos, caberia aplaudir. Aos menores desonestos e despeitados, bem, a estes cabe enxergar imundície onde reluz o ouro mais puro. São aqueles que atentam não apenas contra a inteligência, mas também contra os bons costumes. São os imundos por antonomásia.


Receba minha cordiais saudações,

André.



QUEM QUISER CONFERIR O E-MAIL QUE ENCAMINHEI, ELE JÁ FOI PUBLICADO DIAS ATRÁS, CONFIRAM....

Agradeço ao amigo e nobre colega André, certamente um dos homens mais inteligentes que já conheci, admiro com particular inveja essa sua capacidade. Devo afirmar, que ao longo do tempo aprendi demais. Obrigado, grande Arauto!!

E ainda tem o cinismo de acusar os outros de mentirosos e manipuladores. Largue de frescura, rapaz.

Estudem e formem opiniões.

Robson Miranda Araújo Guanaes....

Artigo na Revista Primeiras e Melhores.





Acirrados os debates sobre a instalação do Complexo Intermodal em Ilhéus, resolvi comentar um pouco sobre a temática.

Fiquei feliz ao ser convidado para escrever para uma importante revista do meio científico e acadêmico, liderado pelo Professor Agenor Gaspareto, sobre a instalação do Modal, bem como seus impactos, externalidades e possíveis melhorias no gargalo logístico nacional.

Diria que fui apenas um interlocutor, um pequeno arauto no meio das raposas.

Também com uma equipe formada pelo John Ray do Ecco Conservation, Marcelo Araújo ( Instituto de Pesquisa Ambientais da Bahia), entre outros, fiquei orgulhoso da minha pequena participação.

Pois então, a artigo vai ser publicado na Revista que deverá ser lançada agora em dezembro, é uma visão sem tendenciosidade, visto que no grupo contém economistas, ambientalistas ferrenhos, agrônomos e administradores.

Assim que estiver tudo nos conformes, vou postar aqui para que possam validar esse trabalho.

Afetuoso Abraço,

Robson Miranda Araújo Guanaes....

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Homem de seu tempo.





Acabo de lê uma passagem do livro de Viktor Frankl, e fiquei muito encantado com as palavras, e o verdadeiro sentimento versado no seu livro.

Assim ele registra, no seu livro Man's Search for Meaning, uma das experiências interiores que o levaram à descoberta do sentido da vida:

"Um pensamento me traspassou: pela primeira vez em minha vida enxerguei a verdade tal como fora cantada por tantos poetas, proclamada como verdade derradeira por tantos pensadores. A verdade de que o amor é o derradeiro e mais alto objetivo a que o homem pode aspirar. Então captei o sentido do maior segredo que a poesia humana e o pensamento humano têm a transmitir: a salvação do homem é através do amor e no amor. Compreendi como um homem a quem nada foi deixado neste mundo pode ainda conhecer a bem-aventurança, ainda que seja apenas por um breve momento, na contemplação da sua bem-amada. Numa condição de profunda desolação, quando um homem não pode mais se expressar em ação positiva, quando sua única realização pode consistir em suportar seus sofrimentos da maneira correta - de uma maneira honrada -, em tal condição o homem pode, através da contemplação amorosa da imagem que ele traz de sua bem-amada, encontrar a plenitude. Pela primeira vez em minha vida, eu era capaz de compreender as palavras: 'Os anjos estão imersos na perpétua contemplação de uma glória infinita'."

Ao terminar de ler isso, confesso que tem chegado o meu tempo chegou a hora de amarrar as velas, e contemplar o verdadeiro sentido da existência. Como homem que se enquadra em seu tempo, digo logo que estou sim, reafirmando a minha procura da bem-amada como fala o Frankl no seu livro.

É preciso mudar quando sua convicção interior lhe recomendar que mude. Não há outro juiz. É você mesmo quem deve saber quando mudar.

O fato é que nem todas as verdades são para todos os ouvidos. E só no tempo certo e preparado estamos abertos para as conquistas superiores. Lembre-se do alerta do próprio Cristo: “Não dai pérolas aos porcos"

Será que está chegando a minha hora?


Robson Miranda....

domingo, 7 de novembro de 2010

Sábias Palavras...







Benjamin Franklin dizia: "Aquele que é da opinião de que o dinheiro fará qualquer coisa, pode muito bem ser suspeito de fazer qualquer coisa por dinheiro". Bingo! Há mais que dinheiro no mundo, e devemos sempre ter em mente que nossos princípios mais básicos, nossos valores essenciais, estes não podem estar à venda jamais.

sábado, 6 de novembro de 2010

NOSSO MESTRE!





INGÊNUO É PENSAR QUE EVANGELIZAR É PREGAR SERMÕES, IMPRIMIR MENSAGENS ESPIRITUAIS,FAZER LAVAGEM CEREBRAL, APONTAR PARA O SOBRENATURAL....

TUDO NA VIDA TEM HORA,
ATITUDES....
GESTOS...
PALAVRAS...
QUE DEVEM SER PRESENÇA E TESTEMUNHO SEM FORÇAR SITUAÇÕES...
POIS O QUE É DIVINO SE IMPÕE NATURALMENTE...

ROBSON MIRANDA...

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

D. Carmelita.





Essa é a nossa D. Carmelita. Melhor coração do mundo, resposta verdadeira as cretinos que por aí vivem... Participou ativamente da nossa criação.... Melhor feijão do mundo, cozinha como ninguém... COM A SUA AJUDA NOS TORNAMOS HOMENS MAIS LÚCIDOS, HOMENS MELHORES, AGUERRIDOS, APESAR DE TER QUE ESCUTAR E LER TAMANHAS CRETINICES COTIDIANAS, HOMENS QUE ERGUEM BANDEIRAS, FORMADORES DE OPINIOES.


Aos amigos íntimos de infância, que conhecem a Carmelita, ou Carmé para os íntimos, sabem do que estamos falando.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Visitantes...






Acabo de verificar as estatísticas do blog, e fiquei muito feliz em ultrapassar a marca de 1.560 visitas. Agradeço aos anônimos, especialmente, aos amigos que dedicam parte do seu precioso tempo para acompanhar os meus rabiscos.

Uso esse espaço para difundir e refutar junto com vocês alguns pensamentos,idéias. Sei que muitas coisas não devem concordar comigo, mas o importante é isso o contraponto, a pluralidade de opiniões para chegar ao melhor.

Gosto de pessoas que mostrem seu lado controvertido, pessoas assertivas com agudo senso crítico que não se envaidecem e não se deixam levar por causas, sem ao menos questionar as legitimidades de tal fato.

Por fim, como já escrevi um dia, sem preciosismo algum me considero um dos bravos e competentes membros da família Miranda, ressumante que é a da sabedoria de quem tenta muito fazer o bem, da ironia de quem muito vive e da tenacidade de quem muito espera das pessoas.

E por vocês que me acompanham nessa humilde página, jamais serei como um cavalheiro que frequenta o bordel e não faz publicidade de seus atos.

Colocarei aqui todos as minhas refutações, essa sempre será a minha MARCA!

Obrigado a TODOS!

Robson Miranda Araúo Guanaes.

Você pode!





Cansei de postar sobre política, economia, e assuntos afins.

Hoje eu percebo que a cada dia , o mundo tá pior. É pai matando filho, filho matando pai, esposa traindo marido, e vice-versa. Que mundo é esse? Sem hipocrisia alguma, quando vejo isso, vejo que tá faltando Deus, Jesus, Amor, Carinho, Valores.

Vamos tentar ser exemplo para essas maluquices, vamos despertar nos outros a vontade serem melhores.

Temos que acreditar no AMOR, na VIDA, na FAMILIA, essa é minha resposta a todos os cretinos e insensiveis que habitam nesse mundo cretino.

Vamos viver com mais AMOR.

Onde estão os homens de personalidade de elite na moral, no caráter, na educação, no comportamento; de um homem veraz, reto, honesto, em que se pode depositar inteira confiança.

Ja dizia Thoreau: "Não há nada a se admirar nas pirâmides, a não ser o fato de tantos homens terem se degradado para construir uma enorme tumba, quando teria sido mais viril e sábio ter simplesmente se afogado no Nilo. (...) As pessoas são patriotas, mas não tem respeito próprio, e sacrificam o maior pelo menor. Amam o solo no qual constroem seus túmulos, mas não têm simpatia alguma pelo espírito que anima sua argila. O patriotismo é o verme de suas cabeças. (...) Enquanto muitos se preocupam com os majestosos monumentos do passado, eu gostaria de saber quem, naqueles dias, não os construiu. Quem estava acima dessas pequenezas."


Ser pequeno, mesquinho, preconceituoso, ressentido, invejoso, tudo isso é muito fácil. E muito tentador.


O desafio que lanço aos meus leitores é outro: sejam grandes!



Robson Miranda Araújo Guanaes...

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Mensagem aos Senhores.




Foi e é de conhecimento de todos, que fui e sou um grande opositor aos Petralhas. Utilizei todas os canais que comunicação que estavam no meu alcance, para ajudar a tirar do poder esse grupo fisiologista e patrimonialista que tomou conta de nossa país.

A propósito, encaminhei a diversos amigos um artigo com razões para não votar na Dilmarrenta Roussef, essa que foi encaminhada e repassada a centenas de pessoas.

Recebi diversas respostas a grande maioria de elogios e considerações extensivas, mas o que impressionou foi a enxurrada de e-mails de Petistas fanáticos, que raivosos e carniceiros como hienas, responderam com calúnias e palavras típicas do estado mental deles.

Se quiserem discutir política vamos lá, para isso tenho esse espaço e encaminho meus e-mails, mas se quiserem me difamar inventem algo mais impressionante do que chamar de burguesia falida, reacionário, diga que fui amigo de Husseim, assessor de Bin Laden e que coloquei explosivos no pinto para explodir as torres gêmeas. Fofoca e palavras típicas de colégio é coisa de criança. Cresçam e tomem vergonha nessas caras de pastéis.


Segue algumas mensagens....


De: Robson Mirandda (robsonmirandda@hotmail.com)
Enviada: sexta-feira, 29 de outubro de 2010 14:17:24
Para: julivalfrodrigues@hotmail.com; santosjoseph39@hotmail.com

Caro Julival,

Realmente, não te conheço e não poderei aqui ficar afirmando comentários pessoais a seu respeito. E espero assim, igual retorno. Não use da sua régua para medir ninguém, que não estou usando da minha para medir ninguém, uma coisa é você contestar meu texto isso você tem todo o direito, até porque se publiquei na internet foi para esse propósito, mas isso não te dá o direito de fazer disso um instrumento para afirmar o que não sabe da minha pessoa.

De: Robson Mirandda (robsonmirandda@hotmail.com)
Enviada: sexta-feira, 29 de outubro de 2010 14:17:24
Para: julivalfrodrigues@hotmail.com; santosjoseph39@hotmail.com; GRUPO AMIGOS;

Caro Tio Zé,

Realmente o que meu tio que é aparecer, e nesse quesito estou fora. Em resposta as minhas palavras, jamais uso artifícios como dicionário ou algo similar, isso é costumeiro da corja que o senhor compactua, o lado de cá não tem isso não. Aqui tem gente que estuda bastante para chegar o lugar que almeja.

Não vou reiterar mais nada, tudo o que tinha para falar foi dito. Fico triste ao notar que com essa idade, insiste em apelar a uma retórica de me medir pela idade, sim, sou realmente mais novo, mas com estudo exaustivo e conhecimento técnico robusto adquiri as informações, não fico pregando nada ao vento, nem repassando informações como papagaio de pirata.


Defenderei até o fim minhas considerações sobre vocês, e continuarei a dizer O Brasil pode mais! Essa política atual inverteu o senso moral normal, que desprezava os medalhões de cabeça oca e louvava os pobres estudiosos, ela convenceu o país inteiro de que a coisa mais linda, mais louvável, mais meritória, é subir na vida permanecendo analfabeto. Se você cria um monstrengo desses, não tem muito direito de reclamar quando ele, inflado dos aplausos imerecidos com que você mesmo o alimentou, manda você calar a boca e proclama que quem manda é ele. Então, É a hora da VIRADA!

Por favor, se tiver um mínimo de educação esmerada não se porte a minha pessoa com essas palavras de baixo calão.

Sim, sim, não, não", ordenava Jesus Cristo: "O mais é conversa do demônio."

Quem quer que use a linguagem da contradição estupefaciente desqualifica-se no ato, não só como pregador da doutrina de Cristo, mas como simples interlocutor honesto e digno de crédito.

Essa sua posição é muito baixa, mas ou você não sabe disso, ou, sabendo e não suportando sabê-lo, busca compensar essa constatação deprimente mediante a afetação de uma superioridade que não têm. Se fossem os únicos a fazer isso, seriam doentes de histeria. Como esse tipo de fingimento histérico se tornou endêmico na sua personalidade falante, são apenas sinais dos tempos, índices sociológicos de uma época em que tudo se tornou burla, histrionismo, palhaçada.

Só para ressaltar tudo que escrevo encontra-se no meu espaço na internet e tudo da minha autoria, com raras exceções que cito o autor.

Sem mais ao que fazer referencia, afetuoso abraço extensivo à todos,

Que Deus esteja convosco!

Robson Miranda


E ainda tem o cinismo de acusar os outros de mentirosos e manipuladores. Largue de frescura, rapaz.

Estudem e formem opiniões.

Robson Miranda Araújo Guanaes....

segunda-feira, 1 de novembro de 2010













AMIGOS ESPECIAIS....RECORDO SEMPRE COM IMENSO CARINHO DO JR.,GIULIANO, FELIPE LAPA, PAULINHO´S, RAFAEL, ICARO MARRAU SUJEITOS QUERIDOS, BONS CORAÇÕES, REPLETOS DE VALORES ÚNICOS, ESPECIAIS NOS SEUS JEITOS PRÓPRIOS DE SEREM, FORMADORES DE OPINIÃO, GUERREIROS E AMIGOS...SENTIREMOS SAUDADES ETERNAMENTE DO QUE JÁ FOI VIVIDO E TUDO AINDA O QUE HÁ DE VIVER... GRANDE BEIJOS NOS CORAÇÕES!!

A Grande Descoberta. (O.C)







Brasileiro só acredita no que vê. Não no que vê com os seus próprios olhos (a capacidade de inteligir diretamente da experiência é desconhecida na nossa cultura), mas naquilo que vê na televisão; ou naquilo que ouve da boca das "pessoas maravilhosas", cujas palavras dão visibilidade até ao inefável. Enquanto uma coisa não aparece no "Jornal Nacional" ou não é confirmada pelo testemunho de meia dúzia de pop stars, ela não existe, ainda que pose ante os olhares do mundo desde o alto do Corcovado ou no meio da Praça da Sé. Nélson Rodrigues falava do "obvio ululante", mas em vão ululam os fatos mais espalhafatosos na Terra do "Eu não sabia". Sem o nihil obstat apropriado, até um King Kong político como o Foro de São Paulo permanece abstrato e inacessível como uma hipótese metafísica escrita num papiro desaparecido.

Não condeno essa gente do ponto de vista moral. Digo apenas que não há política séria onde as opiniões sobre o curso geral das coisas vêm amputadas de toda consciência autobiográfica. Só entendemos a História desde a nossa própria história. Quando o desejo de parecer bonito sobrepuja a necessidade de compreender a vida pessoal no contexto da História e vice-versa, é que, definitivamente, o apego às falsas aparências do momento se tornou uma obsessão psicótica, extirpando das almas o último resíduo de senso da realidade.

Ninguém pode tomar uma posição madura ante os fatos da História quando rejeita e encobre os da sua própria vida. Não há futuro para quem foge do passado.

No entanto, ainda que do modo errado, essas pessoas estão do lado certo. Espero que esse lado vença, mas é claro que ele teria mais força se trocasse o bom-mocismo por um pouco de virilidade intelectual.

Minha Mãe!






MINHA MÃE...MEU VERDADEIRO AMOR, RAZÃO DO MEU EXISTIR...POR VOCÊ, ME MANTENHO UM HOMEM JUSTO, REPLETO DE ATITUDES E PENSAMENTOS NOBRES, E ACIMA DE TUDO DE CARATER..FOI ISSO QUE APRENDI CONTIGO...A CERTEZA DE QUE TUDO ISSO É VÁLIDO, É A COPA ROBUSTA DESSA ÁRVORE COM MUITOS GALHOS, CHAMADA SANDRA MIRANDA, A QUAL ME REPOUSO.VOCÊ SIM, CONTINUA NA TORCIDA POR MINHA VITORIA, NO INCENTIVO E APOIO NAS DERROTAS. DE FATO, SOU A ALEGRIA DE QUEM ME AMA, VOCÊ MÃE...CONTINUE SEMPRE COM SUA ESTRELA ATRÁS DE MINHA MONTANHA ,BRILHANDO ALTANEIRA....

Agradeço sempre por me ajudar a ser uma personalidade controvertida. Prometo-vos, em verdade vos prometo, agir como os mulçumanos que descalçam suas sandálias na porta da mesquita, para não contaminá-la com a poeira, o barro e o estrume das ruas. E sempre descalçarei minhas botas nos umbrais desta VIDA.

Robson Miranda

domingo, 31 de outubro de 2010





COMEÇO DE UMA NOVA ERA, DESDE PEQUENO VEM TENTANDO SER UM HOMEM MAIS AUSTERO, MAIS LÚCIDO E MAIS AGUERRIDO...

SINTO QUE A CADA DIA ME TORNO MELHOR, APESAR DE ESCUTAR E VIVENCIAR DIVERSAS ´´MALUQUICES´´ QUE NOS CERCA, VENHO ERGUENDO PEQUENAS BANDEIRAS NO DIA A DIA, BUSCANDO SEMPRE A PERFEIÇÃO, E FORMANDO OPINIÃO...


PROCURO ME MANTER FORA DO ALCANCE DE VISÃO DESSA GENTE...TENTO SER NUM AMBIENTE DE PESSOAS CRETINAS, UM DOS RAROS EXEMPLARES DE HOMEM QUE COMO DISSE O GRANDE ARISTÓTELES: O SPOUDAIOS O HOMEM MADURO DE SUA ÉTICA...AQUELE QUE ENCARNA A AUTORIDADE DA RAZÃO...E POR ISSO ESTOU APTO A FAZER O BEM A TODOS...O NOME DISSO É HUMILDADE, POIS A HUMILDADE NO FUNDO É O SENSO REAL...

Robson Miranda...

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A verdade sobre a mentira!





Caros Amigos,

Não sei bem o que fazem até pessoas inteligentes ao lado desse fanfarrão chamado Lula, aliás, ouso a dizer que certamente estão vivendo de tetas de algum órgão vinculado ao governo federal. Assistir admirado a convenção do PT, quando vi Chico Buarque, Gil, entre outros batendo palmas para a candidata Dilma, realmente me perguntei se essa histeria, palhaçada se tornou endêmica em nossa população. O grande e saudoso Nelson Rodrigues já dizia: " a grande VAIA é muito mais potente que a grande APOTEOSE, os admiradores corrompem", sábio Rodrigues já sabia que se assegurar da maioria para valer suas opiniões é um artifício ridículo, para não falar patético.

Respeitarei o direito de cada um apoiar aquilo em que acredita, mas muito me admiram Gil e Buarque do lado de um grupo que sempre defendeu uma única bandeira: a da mentira. Eu teria verdadeiramente vergonha de declarar apoio a um governo que apóia MST, FARCS, governo mensaleiro, aliado aos regimes mais cruéis do mundo, sem falar que vangloriza um homem sem mérito que fez de sua condição de vida, seu marketing louvando que é permanecendo analfabeto que subimos na vida.

Posso citar milhões de exemplos de homens que nunca crucificaram sua origem pobre, ou atribuíram a causas exógenas sua condição atual, ou melhor, nunca se valeram disso para conseguir o apoio das massas, homens que através de estudo exaustivo e trabalho duro dia e noite, subiram na vida honrosamente e dignificaram verdadeiramente o homem brasileiro.

Absurdo maior é saber que no Brasil os formadores de opinião já não se encontram para colocar pontos nas frases, o que se vê é uma histeria endêmica, marcada por papagaios de piratas que não questionam as legitimidades dos conteúdos desses e-mails, e ficam repassando. Vamos tentar ser melhor do que isso, como afirmou o grande Churchill, " o talento assusta", realmente ser inteligente nesse país é ser doido, lunático, é ser taxado de reacionário. Mas, quando ouço essas coisas, sei certamente que estou mais lúcido que muitos, pois aquilo que é imposto de forma subjetiva só poucos conseguem desamarrar as cordas e se permitir checar a realidade sem tendenciosidade.

Independentemente dos resultados dessas eleições, estarei sempre lúcido e crítico seja lá quem estiver no poder. Não fecho meu olhos, como os Petitas fanáticos que não querem enxergar a realidade, ou vendo a verdade, prefere cair na tentação da mentira a verdade. Ser lúcido nesse país é sair desse cenário obscuro, maniqueísta e alienado. Minha resposta é direta, e se a carapuça servir a alguém, me desculpe, mas as verdades realmente doem. Aristóteles aconselhava evitar o debate com adversários incapazes de reconhecer ou de obedecer às regras elementares da busca da verdade.

Jesus Cristo já dizia, “sim, sim" "não, não", o mais é conversa do demônio.

Essas toneladas de e-mails e coisas falsas, é monumento à impotência da calúnia e à glória do caluniado. Não levanto, nem visto aqui nenhuma bandeira partidária, mas todo leitor em pleno uso de suas faculdades mentais compreende que o que se diz, se mente.

Essa é a minha resposta a todos os desavisados, depois digam que não falei. Não queiram cometer o pecado da soberba para depois afirmarem: “ele esteve certo enquanto todos estiveram errados". Mas confessar isso seria exibir um crachá de sociopata. E sociopatas, por definição e fatalidade intrínseca, vivem de parecer que não o são.

Sem mais ao que fazer referencia, dispeço-me com um afetuoso abraço,