Saíram os resultados de 2009 do Programa Internacional de Avaliação de Alunos, o Pisa. Dos 65 países examinados, o Brasil ficou em 53º lugar em leitura e 57% em matemática. Nossa colocação no levantamento pode parecer frustrante, mas veja o lado bom da coisa: se os estudantes brasileiros continuarem nessa progressão intelectual, em poucos anos alcançarão os estudantes de países desenvolvidos como Trinidad e Tobago, Cazaquistão e Azerbaijão.
Piada né?! A mísera educação da rede pública, somada a tendenciosa educação da rede privada, formam alunos fazedores de contas e leitores sem discernimento.
Em novembro de 2009, a Câmara dos Deputados e o Senado aprovaram uma emenda à Constituição que obriga os pais a entregar os filhos de quatro anos à escola (atualmente o MEC exige a guarda intelectual dos brasileirinhos aos seis anos). O leitor dirá: "Certíssimo. O Estado tem a obrigação de garantir educação e quanto mais cedo melhor". A educação estatal é um direito, recitará o leitor. Mas eu não tenho a liberdade de rejeitar esse direito e educar meus filhos em casa, longe da fábrica de burros que é a escola, pública ou privada, pois posso ir para a cadeia por tal gesto antipatriótico.
Pasmem nobres leitores, a perspectiva segundo a PISA é que em 20 anos o país vai passar para o patamar médio. Pasmem ainda, vamos ser medíocres. Que beleza, não?
Enquanto países como Coreida do Sul, Japão, Austrália, até o Chile nosso vizinho, possui CR( Coeficiente de Rendimento Escolar) acima de 90%, acreditem em 20 anos o Brasil vai chegar ao patamar medíocre.
Desse jeito, vou suar o que for, junto com a futura mãe para que nossos filhos estudem em Lisboa, Estocolmo, Santiago, Berlim...Para que formemos HOMENS de VERDADE, não meros fazedores de contas e leitores passivos.
Como nos ensinou Paulo Freire, educar é um ato político.
Vamos refletir sobre isso!!
Saudações Cordiais,
Robson Miranda.

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