quinta-feira, 29 de julho de 2010

Resposta aos mentirosos, por Robson Miranda.





Gente mesquinha, pequena. Repleta de atitudes e pensamentos pequenos. Este texto vai direcionado a você, que outrora esteve velejando no mesmo barco, cultivando com os demais o mesmo modo de velejar.

A você não interessa ressaltar mais nada, as atitudes dessas pessoas, o mostram o tanto que são pequenas, não é à toa que decidir afastar-me, e ficar às blandìcias e fora do círculo de visão dessa gente.

Ainda bem, que conto com um escudo poderoso, meu Senhor Jesus Cristo. A este sim, devo redenção, e por você( JESUS) me mantenho um homem austero,verdadeiro e dotado de sentimentos nobres.

Em resposta ao meu repúdio, a sua insignificância em minha vida, pois muito bem que sei, deve ainda andar pelo meu universo e uma das formas de me acompanhar, já que cancelei qualquer forma "social" de mapeamento,é vindo aqui nesta página, sinta-se maravilhada por me fazer sentir-me tão grande e maior que essas miudezas e faminta canalhice que ando notando na sua áurea.

Todos sabem que o se diz, se mente. A beleza de ser amigo, está no pensar e no agir. Esse meu subjetivismo em te destinar essas palavras, já denotam sua insignificância secular, jamais jogarei esse jogo de baixo calão, com atitudes vergonhosas e tão cheias de insensatez.

Estou muito acima do seu círculo de visão, tento ser num ambientes de pessoas cretinas como você, um dos raros exemplares de um homem digno, dotado de imperfeições é claro, mas muito superior, a sua grandiosa cretinice. As palavras, vão e voltam, e do mesmo modo que a maré vem, ela volta, e não tenho dúvida de que as mentiras professadas, serão retribuídas cada vez mais eloquentes.


Não adianta querer fingir indiferença olímpica. A paixão feroz com que você e os pequenos de espírito como você, falam a respeito de mim, revela antes que este assunto é um dos mais importantes das suas vidas. Tão importante que não param de solicitar para ele a minha atenção extensiva,e dos meus próximos, não se contentando com pouca atenção.

Essa sua posição é muito baixa, mas ou você não sabe disso, ou, sabendo e não suportando sabê-lo, busca compensar essa constatação deprimente mediante a afetação de uma superioridade que não têm. Se fossem os únicos a fazer isso, seriam doentes de histeria. Como esse tipo de fingimento histérico se tornou endêmico na sua personalidade falante, são apenas sinais dos tempos, índices sociológicos de uma época em que tudo se tornou burla, histrionismo, palhaçada.


A maior caracteristica das pequenas pessoas, é justamente resplandecer perante as adversidades de forma mentirosa, covarde e negligente. Aos amigos, quem me conhece sabe, não devo explicações, a você, especialmente, pois bem sei que a "carapuça" te serviu, só resta a minha sincera indiferença, para tamanho espírito pequeno.

Que Deus esteja convosco.

Robson Miranda Araújo Guanaes

Stallone está certo. Olavo de Carvalho.




A mídia inteira está brabíssima com Sylvester Stallone porque ele disse que no Brasil você pode explodir o país e as pessoas ainda lhe agradecem, dando-lhe de quebra um macaco de presente. Alguns enfezados chegaram até a resmungar que com isso o ator estava nos chamando de macacos – evidenciando claramente que não sentem a diferença entre dar um macaco e ser um macaco.

Da minha parte, garanto que Stallone só pecou por eufemismo. Macaco? Por que só macaco? Exploda o país e os brasileiros lhe dão macaco, tatu, capivara, onça pintada, arara, cacatua, colibri, a fauna nacional inteira, mais um vale-transporte, uma quota no Fome Zero, assistência médica de graça, um ingresso para o próximo show do Caetano Veloso e um pacote de ações da Bolsa de Valores. Exploda o país como o fazem as Farc, treinando assassinos para dizimar a população, e o governo lhe dá cidadania brasileira, emprego público para a sua mulher e imunidade contra investigações constrangedoras. Seqüestre um brasileiro rico e cinco minutos depois os outros ricos estão nas ruas clamando pela libertação – não do seqüestrado, mas do seqüestrador (passado algum tempo, o próprio seqüestrado convida você para um jantar na mansão dele). Crie uma gigantesca organização clandestina, armando com partidos legais uma rede de proteção para organizações criminosas, e a grande mídia lhe dará todas as garantias de discrição e silêncio para que o excelente negócio possa progredir em paz: sobretudo, ninguém, ninguém jamais perguntará quem paga a brincadeira. Tire do lixo o cadáver do comunismo, dando-lhe nova vida em escala continental, e os capitalistas o encherão de dinheiro e até se inscreverão no seu partido, alardeando que você mudou e agora é neoliberal. Crie a maior dívida interna de todos os tempos, e seus próprios credores serão os primeiros a dizer que você restaurou a economia nacional. Encha de dinheiro os invasores de terras, para que eles possam invadir mais terras ainda, e até os donos de terras o aplaudirão porque você “conteve a sanha dos radicais”. Mande abortar milhões de bebês, e os próprios bispos católicos taparão a boca de quem fale mal de você. Mande seu partido acusar as Forças Armadas de todos os crimes possíveis e imagináveis, e os oficiais militares, além de condecorar você, sua esposa e todos os seus cupinchas, ainda votarão em você nas eleições presidenciais. Destrua a carreira de um presidente “direitista” e uns anos depois ele estará trocando beijinhos com você e cavando votos para a sua candidata comunista no interior de Alagoas.

Um macaco? Um desprezível macaquinho? Que é isso, Stallone? Você não sabe de quanta gratidão, de quanta generosidade o brasileiro é capaz, quando você bate nele para valer.

Fora essa ressalva quantitativa, no entanto, a declaração do ator de “Rambo” é a coisa mais verdadeira que alguém disse sobre o Brasil nos últimos anos: este é um país de covardes, que preferem antes bajular os seus agressores do que tomar uma providência para detê-los.

O clássico estudo de Paulo Mercadante, A Consciência Conservadora no Brasil, já expunha a tendência crônica das nossas classes altas, de tudo resolver pela conciliação. Mas a conciliação, quando ultrapassa os limites da razoabilidade e da decência, chega àquele extremo de puxa-saquismo masoquista em que o sujeito se mata só para agradar a quem quer matá-lo.

Curiosamente, muitos dos que se entregam a essa conduta abjeta alegam que o fazem por esperteza, citando a regra de Maquiavel: se você não pode vencer o adversário, deve aderir ao partido dele. Esses cretinos não sabem que, em política prática, Maquiavel foi um pobre coitado, que sempre apostou no lado perdedor e terminou muito mal. A pose de malícia esconde, muitas vezes, uma ingenuidade patética.

terça-feira, 27 de julho de 2010

AMIGOS!!





Tenho pensado muito a esse respeito,amanhã dizem que é o dia do amigo, pra mim amigo não tem dia , não anda na minha frente, não anda atrás de mim, muito pelo contrário,caminha ao meu lado.

Estamos em uma sociedade que parece ter esquecido o verdadeiro valor da palavra fraternidade: trate as pessoas como vc gostaria de ser tratado. Sou uma pessoa extremamente feliz , tenho amigos !!!!



Bjs e com fé de que o amanhã será melhor !!!!!

ROBSON MIRANDA...

A destruição da Pequena Empresa.





A forma nova que o movimento comunista internacional assumiu, na segunda metade do século XX, é fazer o conluio entre os revolucionários e os mega capitalistas. Abandonou-se de uma vez a idéia de planejamento central. Os revolucionários tomam conta do poder de Estado e, a partir dele, movem os recursos financeiros, as leis a as polícias a favor dos assim chamados metacapitalistas (acho que o termo foi cunhado por Olavo de Carvalho, mas não tenho certeza). É uma grande ilusão achar que há divergência de interesses entre esses maganos enriquecidos e os revolucionários. O tal “mercado” é sócio e cúmplice dos revolucionários governantes.

No Brasil, o exemplo mais conspícuo é a aliança entre os banqueiros e o PT, desde a famosa Carta ao Povo Brasileiro. O Brasil é o paraíso dos banqueiros, paga as maiores taxas de juros do mundo e nenhum economista será capaz de explicar essa anomalia se não olhar o pano de fundo político, essa privatização do Estado. Nunca podemos esquecer que foi dos cofres da Visanet, controlada pelos maiores banqueiros pátrios, que saiu o dinheiro para o Marcos Valério pagar o mensalão. Nenhum deles foi chamado a depor, ficando a impressão que o dinheiro saiu do Banco do Brasil.

Esse conluio está destruindo a pequena empresa independente, no Brasil. Quando se regulamenta, se encarece a produção, colocam-se normas de difícil cumprimento para as empresas, na prática aquelas que não têm estrutura e escala de grande empresa têm lavrada a sua sentença de morte. Eu vi isso acontecer no mercado do varejo, cada vez mais concentrado porque as normas dos diferentes níveis de governo impedem que pequenas empresas sejam economicamente viáveis. Vi isso acontecer no mercado livreiro. Vi isso acontecer na indústria de brinquedos, tudo isso como executivo atuante.

O Estadão de hoje, no caderno de Economia, dá a manchete de que o BNDES disponibilizou R$ 18,5 bilhões para emprestar ao setor de frigoríficos. Claro que só terão acesso a esses recursos os maganos. É a sentença de morte das pequenas e médias empresas do setor. O consumidor pagará mais caro e o produtor terá a sua renda diminuída.

Veja, meu caro leitor, que o governo capta recursos a 10,75% ao ano e os transfere aos amigos do rei a taxas variadas, inferiores a essa, que nunca passam de 8% ao ano. É uma doação que é feita com os impostos pagos pelos pobres para os ricos. O governo do PT e de Lula da Silva está destruindo as pequenas e médias empresas, vale dizer, o meio de vida de milhares de brasileiros. Empregos são também impiedosamente destruídos.

E esse é só um exemplo. O processo tem vindo ao longo dos anos. O fenômeno não é apenas brasileiro, é mundial. Os governos querem que as empresas sejam perfeitas. Para alcançar o objetivo que é inalcançável (a perfectibilidade), inventam regras que encarecem o processo produtivo. Não querem beneficiar o consumidor, o meio ambiente o os trabalhadores, como é usual nos seus discursos. Querem mesmo é impedir a concorrência das pequenas empresas, incapazes de cumprirem as regras. Quem tem um pequeno negócio sabe perfeitamente bem do que eu estou falando. As leis conspiram e os pequenos negócios estão condenados à falência.

Do ponto de vista da economia política isso é um desastre. A classe média independente do governo está desaparecendo. A idéia mesmo de se ter independência econômica está desaparecendo, restando tão somente às pessoas virarem assalariadas das empresas gigantes ou do governo. Um mundo completamente regulado e no qual a alma é escravizada. Basta olhar o conteúdo que se pede nos concursos públicos de acesso a cargos públicos. Eu vi em provas de português, de interpretação de texto, serem propostos trechos da obra de Rousseau, o maldito, que pode ter sido um bom revolucionário, mas nunca foi um mestre da língua portuguesa. Quem não rezar na cartilha de Gramsci jamais será aprovado em concurso público para cargos das carreiras de Estado.

Do mesmo modo, nas grandes corporações o processo é equivalente. A ciência da Administração está tomada pelo politicamente correto. Cotas para tudo, servilismo diante do Estado, o contador e o advogado são mais importantes na organização do que os engenheiros de produção. O ideal de igualdade é o mantra de todos os manuais de Administração. Admirável mundo novo, presente em qualquer grande empresa, nacional ou internacional.

É horrível o processo em curso. É a burocratização de tudo. É dantesco o emburrecimento geral. Será preciso uma contra-revolução política para corrigir esse desastre e ela começa e acaba na redução do tamanho do Estado. Reduzir o Estado será também reduzir o poder das grandes corporações e o ressurgir do poder empreendedor da gente miúda. É reduzir a judicialização de tudo, a desgraça do nosso tempo. O que temos hoje é o fascismo econômico elevado à perfeição.

Liberdade é praticamente sinônimo de liberdade econômica, a grande lição de Adam Smith.

Por Nivaldo Cordeiro.

A MENTIRA GLOBAL




Aos leitores principiantes a análise das relações internacionais, pedirei que antes de percorrer pelo texto, atente bem as legitimidades midiáticas e conspiração mentirosa que ronda o mundo.

Estou convencido da miséria moral que ronda o mundo, estou certo que todo esse conjunto de miséria, cercada por vermes, canalhas e demagogos é reflexo de um mundo cretino e nebuloso, onde os valores universais foram esquecidos e deixados para trás.

E o reflexo imediato que se vê, é que, temos os governantes que merecemos, isso mesmo! Já estão conseguindo entender o título desse artigo, " A mentira Global", é formado por gente muita acima de qualquer suspeita.

Primeiramente, esse tal de Hugo Chávez, tirano assumido, personificação ideal desse cortina que atua hoje no mundo, que tem como seguidores o "papa" Fidel Castro, Evo Moralez, seu seguidor na Bolívia, Rafael Gouveia, outro papagaio de pirata do Equador, Barack Obama, comunista disfarçado, Lula o presidente do Paz e Amor e as Farc, grupo que espalha terror na América. Além dos seus aliados, Almadinejahd assassino sangue frio do Irã, e outros grupos de tiranos que andam se aliando.

O que mais temo, é que essas coisas não são mostradas na mídia, ou se são, não são bem interpretadas pelas pessoas, que escravizadas e doutrinadas por essas ideologias assassinas, pensam que estão sendo lideradas por verdadeiros estadistas e líderes, onde na verdade são verdadeiros facistas e tiranos.

Recentemente, o tirano do Chávez, prendeu seu principal opositor na Venezuela, Alejandro Peña, que faz um trabalho belissimo e so mostra as atrocidades desse tirano maluco, que não permite a liberdade de imprensa, acabou com a boa economia do seu país, ou seja, acabou coma grande Venezuela.

Há por trás disso tudo, uma organização que pretende politizar todo o mundo com esses ideais mentirosos. O Presidente da Colômbia, o grande Alvaro Uribe, é o unico que tem a coragem de enfrentar esses lobos ferozes, ao avisar a todos o risco que esses terroristas estão causando no mundo.

Todos esses governantes, mesmo que alguns ainda não conseguiram chegar lá, pretendem formar uma ditadura asquerosa, que repreenda todos os homens lúcidos e corretos desse mundo.

Mas, como já dizia um grande mestre, onde existe um homem lúcido e crítico, existe um caminho.

Refutem.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Mensagem de Viktor Frankl...







Assim ele registra, no seu livro Man's Search for Meaning, uma das experiências interiores que o levaram à descoberta do sentido da vida:

"Um pensamento me traspassou: pela primeira vez em minha vida enxerguei a verdade tal como fora cantada por tantos poetas, proclamada como verdade derradeira por tantos pensadores. A verdade de que o amor é o derradeiro e mais alto objetivo a que o homem pode aspirar. Então captei o sentido do maior segredo que a poesia humana e o pensamento humano têm a transmitir: a salvação do homem é através do amor e no amor. Compreendi como um homem a quem nada foi deixado neste mundo pode ainda conhecer a bem-aventurança, ainda que seja apenas por um breve momento, na contemplação da sua bem-amada. Numa condição de profunda desolação, quando um homem não pode mais se expressar em ação positiva, quando sua única realização pode consistir em suportar seus sofrimentos da maneira correta - de uma maneira honrada -, em tal condição o homem pode, através da contemplação amorosa da imagem que ele traz de sua bem-amada, encontrar a plenitude. Pela primeira vez em minha vida, eu era capaz de compreender as palavras: 'Os anjos estão imersos na perpétua contemplação de uma glória infinita'."

Com declarações desse tipo, ele pegava pela goela os orgulhosos intelectuais denunciadores da barbárie e lhes devolvia seu discurso de acusação, desmascarando a futilidade suicida de teorias que não assumem a responsabilidade de suas conseqüências históricas. Pois o mal do mundo não vem só de baixo, das causas econômicas, políticas e militares que a aliança acadêmica do pedantismo com o simplismo consagrou como explicações de tudo. Vem de cima, vem do espírito humano que aceita ou rejeita o sentido da vida e assim determina, às vezes com trágica inconseqüencia, o destino das gerações futuras.

sábado, 10 de julho de 2010

A Lição do Caçador de Pipas....






"POR VOCÊ, FARIA ISSO MIL VEZES!"


Quem não se emocionou quando essa frase foi dita por Hassan no filme o Caçador de Pipas?

A devoção sem cobranças, a ingenuidade na entrega, a sinceridade, o carinho, respeito, lealdade, fidelidade... enfim, Hassan representa aquilo que há de mais puro no ser humano.

Que lição linda da verdadeira vocação de um espírito puro, cheio de brilho e que não cria expectativa de retorno, simplesmente, faz o que seu coração manda. Se pudéssemos aprender e conhecer pessoas como o Hassan, como seria maravilhosa nossa estada aqui na Terra. Mas, façamos igual ao Hassan, até porque nesse intervalo de vida terrana, tudo é muito curto para que fiquemos apegados a coisas tão pequenas e mesquinhas...Dê o seu MELHOR!!!

Quem não gostaria de ter um Amor ou um amigo como Hassan?

Quem não gostaria de ouvir essa frase de uma pessoa querida?

Quem não tem alguém por quem diria essa frase?

Quem não tem alguém por quem faria algo mil vezes se preciso?

Eu tenho e você?

Por Robson Miranda, que "POR VOCÊ, FARIA ISSO MIL VEZES!"

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Advogados, juízes e cartéis...




Advogados, juízes e cartéis

Por Leonardo Bruno | 07 Julho 2010


Há mais ou menos um século, advogar era um ofício livre. Hoje, não basta ser bacharel em direito. Deve-se sujeitar ao crivo de uma corporação de ofício.

Há quem diga que advocacia no Brasil é profissão liberal. Ledo engano. Lima Barreto estava certo quando denunciava os bacharelismos inúteis que faziam do Brasil ser o famoso país dos Bruzundangas. E mesmo no começo do século XX, a advocacia ainda era uma profissão genuinamente livre, onde se podia militar mesmo sem diploma de bacharel em direito. A salvação do Brasil daqueles tempos era não ter muitas universidades disponíveis. Um dos maiores juristas daquela época foi Evaristo de Morais, um rábula criminalista, que dentre tantos ofícios, defendeu o assassino de Euclides da Cunha. Conseguiu absolvê-lo. Depois de mais de vinte anos de advocacia, o notável rábula tirou seu diploma de bacharel em direito.

Se o pequeno romance dos Bruzundangas já denunciava a mazela do bacharelismo rasteiro que empobrece os ofícios e restringe o mercado, pode-se dizer que estamos no auge dele. Cada vez mais sindicatos e demais grupos organizados impõem exigências legais para o exercício cada vez mais limitado das profissões. A advocacia não foi diferente. Como não o é o curso de história, de filosofia, de economia e também as exigências legais de mestrado, doutorado, etc, nessas áreas.

Mas, voltando à advocacia, a "profissão liberal" é, na verdade, um cartel de alguns escritórios e famílias notáveis no direito, junto com uma legião de bacharéis e advogados atomizados, cuja concorrência é devastadora. Não é por acaso que os advogados de pequena monta, impossibilitados de concorrerem no mesmo nível dos grandes escritórios, tornam-se "sócios", para não exigirem obrigações trabalhistas. Na verdade, é uma relação trabalhista disfarçada de relação societária. Os direitos trabalhistas são caríssimos e até impagáveis, sob determinados casos. E os advogados mais afortunados não brincam em serviço.

Outros aspectos que dificultam essa concorrência é a lentidão da justiça na legislação. Qual escritório de advocacia de pequeno porte segurará processos que duram dez ou vinte anos? O excesso de leis e de burocracia afunila o direito e o acesso à justiça. Querendo ou não, justiça brasileira é muito cara! Por outro lado, há o tráfico de influência de um número pequeno de advogados, que detém a proeminência em relação a juízes e fóruns, além de cartórios. O segredo do sucesso do advogado no direito brasileiro é a amizade, o conchavo, as boas relações com os círculos da magistratura e do funcionalismo público. É o velho patrimonialismo brasileiro, que persevera nos costumes jurídicos. É bem verdade que o concurso público profissionalizou e melhorou a qualidade dos serviços, tornando os quadros funcionais mais impessoais. Todavia, a mania patrimonialista dos favores permanece, enfrentando as dores do tempo.

Não se pode criticar ao todo o patrimonialismo. Ele é a resposta para uma tradicional anomalia da burocracia estatal e da legislação brasileira. Quanto mais leis inúteis e burocratas de má vontade, mais o jeitinho de fugir deles. Não se pode culpar totalmente o expediente do advogado esperto. Procurar parentes e amigos para fugir do lugar comum da papelada inútil e do funcionário hostil é a única solução viável dentro do turbilhão caótico dos fóruns. O problema é entender a psicologia desse povo. Divulga-se a idéia mágica de que a solução para se resolver esses problemas burocráticos é criar mais leis e burocracia. No final das contas, o causídico médio foge das leis vigentes que defende na teoria.

Já vi muito advogado talentoso afirmar que o problema da justiça brasileira é a "preguiça" da magistratura ou a "falta" de mais juízes e funcionários. Até certo ponto, a história da preguiça é um dado verdadeiro. Os juízes só querem trabalhar alguns dias da semana e não estão dando a mínima para a papelada jogada no depósito dos fóruns. Muitos deles, de plano, fazem questão de arquivar muitos processos, para poupar serviços. O ódio entre advogados e juízes é mútuo. Os advogados, desesperados por uma sentença que dura anos para sair, infernizam os magistrados rabugentos por mais trabalho. E os juízes se escondem em seus gabinetes, repassando a batata quente aos assessores, que na maior má vontade e cara de pau, dizem aos advogados que seus chefes não se encontram mais em seus recintos.

Se não bastasse a sociedade cartorial que representa a advocacia atual, existem as provas da OAB, estranha bizarrice digna das guildas medievais. Há mais ou menos um século, advogar era um ofício livre. Hoje, não basta ser bacharel em direito. Deve-se sujeitar ao crivo de uma corporação de ofício. A justificativa é a qualificação profissional do advogado e a fiscalização da prática jurídica. Na prática, porém, apenas reserva de mercado, para restringir o livre exercício da profissão. Daí o estranho costume de muitos bacharéis prepararem suas petições e pedirem assinaturas de seus colegas advogados registrados na OAB. Anomalia criada pelo simples fato de que a advocacia se tornou o monopólio de uma categoria diminuta e privilegiada de pessoas, enfurnada numa guilda moderna. O advogado da OAB, por assim dizer, não é um profissional liberal, mas uma aberrante criatura paraestatal.

Não são poucas as vezes em que penso em fugir dessa sina. Minha vida ideal seria a academia, a universidade. Mas, tal como na advocacia, a vida acadêmica também é um cartel. O Brasil ainda é um país mercantilista. O capitalismo não chegou aqui.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

A Lição dos Gansos!




Chegou-me às mãos, a seguinte história de um autor desconhecido:


“Quando um ganso bate as asas, cria um ‘vácuo’ para o pássaro seguinte. Voando numa formação em V, o bando inteiro tem o seu desempenho 71% melhor do que se a ave voasse sozinha.”

Lição: Pessoas que compartilham uma direção comum e senso de comunidade, podem atingir seus objetivos mais rápido e facilmente.

“Sempre que um ganso sai da formação, sente subitamente a resistência por tentar voar sozinho. Rapidamente, volta para a formação, aproveitando a “aspiração” da ave imediatamente à sua frente.”

Lição: Se tivermos tanta sensibilidade quanto um ganso, permaneceremos em formação com aqueles que se dirigem para onde pretendemos ir e nos disporemos a aceitar a sua ajuda, assim como prestar a nossa aos outros.

“Quando o ganso líder se cansa, muda para trás na formação e, imediatamente, um outro ganso assume o lugar, voando para a posição de ponta”.

Lição: É preciso acontecer um revezamento das tarefas pesadas e dividir a liderança. As pessoas, assim como os gansos, são dependentes umas das outras.

“Os gansos de trás, na formação, grasnam para incentivar e encorajar os da frente e aumentar a velocidade.”

Lição: Precisamos nos assegurar de que o nosso “grasno” seja encorajador para que a nossa equipe aumente o seu desempenho.

“Quando um ganso fica doente, ferido, ou é abatido, dois gansos saem da formação e seguem-no para ajudá-lo e protegê-lo. Ficam com ele até que esteja apto a voar de novo ou morra. Só assim, eles voltam ao procedimento normal, com outra formação, ou vão atrás de um outro bando.” Lição: Se nós tivermos bom senso tanto quanto os gansos, também estaremos ao lado dos outros nos momentos difíceis.

Gostaria que você pensasse bem nestas lições dos gansos. Leia com atenção, reflita sobre cada item, transponha-os para a sua realidade, mostre ao seu pessoal e discuta com ele. Até com os gansos podemos aprender!

Sucesso!

Encerrando o Ciclo Político.




Vem chegando as eleições no Brasil, que diga-se de passagem mais parece uma feira livre, onde quem vende mais e melhor, consegue o seu objetivo. Mas, não entraremos no campo moral nesse artigo, pois seríamos incapazes de conseguir percorrer todo o universo para apontar um alma ilibada nesse terreno sujo, truculento e nebuloso.

Falarei aqui, sem cunho ideológico algum, mesmo porque, de quem me conhece sabe que sou contra qualquer forma de ideologia nacional, ficando apenas admirando o exemplo inglês de fazer política. Bem, já desponta logo os dois canditados presidenciavéis que lutarão pela cadeira de Presidente da República, instituição essa, que independetemente de qualquer vocação política, merece ser preservada e respeitada.

O governo atual, liderado pelo atual presidente Lula, tenta fazer a sua sucessora, a ministra Dilma Rousseff, do outro lado, da ala dos tucanos, o sempre José Serra. Olhando com lucidez e senso crítico, logo direi que se fosse levar em conta qualquer cunho ideológico, não teria canditados a votar no Brasil, mas como sou cidadão e gosto de exercer minha cidadania, e escolher o que acho melhor, vou as urnas e procuro ter coerencia na hora do voto.

Não me vendo por palavras, ou por qualquer promessa infudada, como quase um Economista, aliás diga-se de passagem, tanto Dilma quanto Serra, são Economistas, consigo acrescentar as paixãos cotidianas das propagandas eleitorais, ajudadas pelo "mercadologos" de plantão, meu lado mais racional. Eu voto em Projetos, Propostas, voto naquele ou naquela que me despertar o mais nobre dos sentimentos para um homem público, o caráter de um homem honesto.

Entendo que no atual processo, precisamos ter discernimento ao fazer escolhas, optar pelo continuísmo, ou fazer uma mudança. Acredito que, é preciso que se encerre esse ciclo do PT, tiveram suas assetividades e deslizes, e chegou a hora de mudar. Encerrar esse ciclo e entrar em outro, para que não coloquemos em cheque nossa imatura democracia. Precisamos também perceber, e ser generoso com os outros governos e esse também. Hoje, não creditamos ao governo anterior o mérito do Plano Real, que posteriormente estabilizou nossa economia, não creditamos a importância das privatizações de empresas estatais deficitárias, temos que percerber a importancia que teve a LRF( Lei de Responsabilidade Fiscal), olhar e sermos generosos com os antepassados. Não lembrar do Collor como só o impecheament, mas lembrar da importancia que teve a abertura comercial, que anos depois, colocou nossa indústria a pé de concorrer com a estrangeira.

Entender esse processo é também validar a importancia da era Lula, é creditar a manuntenção da agenda econômica do governo anterior, mesmo com algumas discordâncias técnicas do programa, acreditar na distribuição de rendas dessas programas sociais, entre outros.

Mas, o importante é que se encerre esse ciclo político, como tudo na natureza, tem começo, meio e fim, e assim tudo continua vivendo harmonicamente no mundo, o ciclo político atual precisa ser encerrado e dá inicio a outro projeto de Brasil, seja lá quem for que estiver a frente.

Seja a favor da Democracia.

Robson Miranda....