segunda-feira, 19 de abril de 2010

O que te faltas?



Hoje tive plena convicção que somos doutrinados, a marcha do politicamente correto, as fantasias socializantes e as vendas de idéias de igualdade continuam parasitando o ambiente acadêmico, prova disso será meu relato.

Acredito que, como quase um Economista, formalmente falando, entende-se que tenho pleno domínio das faculdades que irá me fazer um grande profissional. Não é auto elogio, mas hoje tive certeza que sou um a menos nessa cortina que impede que muitos consigam questionar as legitimidades que nos são impostas.

Recomendo aos leitores, especialmente, colegas estudantes da Ciência Econômica, que antes de percorrer pelo universo, e para divergir ideológicamente, tenham ao menos embasamente teórico consistente para refutarmos.

Hoje, na aula de Economia Monetária, matéria essa que considero a principal mola mestra do curso de Economia, logicamente que o conhecimento é cumulativo, e todas as outras são imprescindiveis à formação, mas retornando, o primeito absurdo que ouvi foi, uma afirmação de que quanto mais Estado, melhor o funcionamento da Economia. Será? Nota-se claramente, que essa afirmação é oriunda de um fetichismo, desenvolvido ao longo de ciclo de estudo dessa estudante, que só afirmou e não conseguiu comprovar-me sua explanação, fiz a seguinte consideração a mesma: Se o fato de mais Estado, é fator prepoderante para desenvolver um país, como você conseguiria me explicar o insucesso de todos os países de economia planificada? Será que você é obrigada a pagar via elevada carga tributária para viver na Noruega, e receber serviços de Etiópia, como péssima qualidade na Educação, o sistema de saúde nem se fala, estradas precárias,entre inúmeros serviços sempre mal prestados pelo Estado.Como posso assegurar uma afirmação dessas, sendo que empiricamente, o corolário é bastante diferente. Países como, EUA( Antes de OBAMA, claro), Cingapura, Coreia do Sul, Canadá, Chile, Austrália, Nova Zelandia, que a presença do governo é mínima e os balanços sociais e financeiros, sempre surtem efeitos positivos para a Economia. Outra coisa levantada no embate, isso eu cito meu grande mestre, Roberto Campos, foi que nunca experimentamos de fato um pouco de Liberalismo, o Brasil é, e sempre foi um país essencialmente Mercantilista, que vive de superávites na B.C., impõe sanções severas ao competidor internacional, é interventor nos ativos monetários, nosso país sempre foi Mercantilista. Mais uma prova de que o Estado é um péssimo gestor e sempre ineficiente. Outra afirmação fantasiada pelos ditos, entendidos de esquerda, que foi e é defendida pela estudante, foi de que o FMI é o drácula da mundo. Nesse quesito, confesso que até rir de ironia, ora, foi o FMI que salvou nossa Economia, o fato de impor limites e regras a um país acostumado a declarar moratorias, a desrespeitar acordos e contratos, e levar a agenda economica com decisões malucas, coube ao FMI, reestabelecer confiança ao Brasil, estimulando a adoção de critérios austeros, que a longo prazo abririam as portas do mundo. E foi o que se deu, diga-se de passagem, corte dos gastos públicos, privatizações para diminuir o deficit publico e jogar para iniciativa privada a gestão dessas empresas, estabelecimento de mecanismos como: Regime de Metas para inflação, equilibrio interno das contas públicas, aí veio leis como LRF, PPO´s entre outro, com pouco embasamento teórico que essas pessoas tem, é muita rápido contrapor suas afirmações que sempre são baseadas em achismos e clichês convecionalmente usados.

Recomendo aos notáveis colegas, que antes de percorrer por essas afirmações que ouvimos durante nossa trajetória na faculdade, apreciar as obras de Gylberto Freira,no seu Casa Grande e Senzala, José Osvaldo de Meira Penna, em O Dinossauro.
Continuemos, ao iniciar outra embate contestei a afirmação de que o BC, mantém elevadas a TAXA SELIC, para manter a inflação no patamar desejado pela meta. Minha discordancia se dá, no quesito de que elevadas taxas de juros, inibem os investimentos no setor produtivo, esse sim que gera riqueza, não famintos burocratas vestido de Deuses, impondo regras e objetivos, e gulosos com nossos recursos, gerando um problema crônico, de crescimente mediocre no PIB, desemprego sempre crescente e baixo nível de desenvolvimento. A inflação como já foi comprovado, é um fenomeno essencialmente monetário, associa-se muito o fator demanda como determinante, o que não é 100% verdadeiro, o que gerava inflação no Brasil, não era o consumo, sempre foi emissão de papel moeda, para financiar o estado, o que gerava sempre a alusão de maior volume de riqueza na economia, quando esse aumento não refletia no sistema produtivo do país.

Sempre defendi, e defenderei a mesma bandeira por toda minha vida, de que somente com liberdade,uma nação pode chegar ao seu desenvolvimento. Não entendo porque as pessoas são seduzidas pela ideologia barata do monstro Capitalista, de que a miséria do mundo é causada pela Imperialismo, entre outras teses. Isso tudo é fantasia,todas as nações que conseguiram prosperar, foi devido a liberdade economia e politica.

Vou me limitar, e a respeito do título O que te faltas?
Acho que um pouco mais de embasamento teórico, isso se consegue com disciplina e muito estudo exaustivo, para não ficar usando jargões, falta muito discernimento para questionamentos internos, e inteligência.rs
Analfabeto não é aquele que não sabe lê e escrever, mas sim aquele que não entende o que escreve e o que lê. ( Robson Miranda)

Refutem!

Saudações Cordiais,

Robson Miranda

sábado, 10 de abril de 2010



“...o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas - mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. É o que a vida me ensinou. Isso que me alegra, montão.”
João Guimarães Rosa, Grande sertão: veredas

Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa"

(Luís Fernando Veríssimo)

” De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto “.


Não querendo ser muito prolixo com os principios morais dos humanos, mas é que a cada dia que vivo, me sinto como o Amyr Klink disse no seu livro: mais solitário que uma gaivota na Patagonia. Isso mesmo, a demagogia tomou conta de tudo, as pessoas fingem ser tudo, boazinhas, legais, transparentes, honestas, mas com o tempo as máscaras vai caindo e as molduras começam a transpairecer...Ratifico o Veríssimo, apesar de possuir leves divergencias ideologicas com seus escritos achei de tamanha grandeza, a sua afirmação na frase, constantemente notamos cenas grosseiras principalmente da parte de pessoas que se dizem `superiores´´, a forma como tratam os mais humildes, observa-te como tratam os meus pequeninos, e saberás a grandeza de homem....Sinto-me como uma gaivota na Patagonia, tentando aterrissar em algum lugar seguro, mas não consigo visualizar, e quanto mais me elevo, pareço menor ao olhos de que não sabe voar!Mas, vou seguindo, mesmo às vezes envergonhado de ser honesto, minha missão vai ser cumprida...De ser um CORDEIRO de Deus...
Lá de cima vem todas as respostas!!!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Homenagem a um Grande Mestre!




Alguns acreditam que a idade é quesito de mensuração entre o que é válido, e o que não é, eu não acredito nessa teoria, prova disso é que as melhores mentes e homens mais lúcidos que conheço, são os de idade, que por sinal, orgulho-me muito em ter grandes amigos de mais idade, só assim consigo antecipar algumas coisas, e viver como vendo uma laterna na Popa. Observa-se contudo, no caso do Vinho, quanto mais velho, mais saboroso e mais valorizado é esse produto, acontece mesmo com o isque,não sei o motivo que leva a nossa sociedade a desrespeitar os mais experientes e joga-los no ostracismo da vida. Como forma de homenagem, a um dos grandes mestres que sigo na Academia, é o José Osvaldo de Meira Penna, um dos homens mais lúcidos e inteligentes que esse país conheceu. Essa é apenas uma humilde homenagem, a esse grande homem, que ainda está vivo e quase ninguém ouve falar dele. Aos 93 anos tão lépidos, que nem os brotos academicos que vivem arrotando superioridade, conseguem incomoda-lo, hoje o ``velho`` mestre, encontro-se em Brasília, o mesmo é Diplomata, Escritor Refinadissimo,Jornalista e pensador, e apesar desse leque de qualidades, que ousa visita-lo, sempre é recebido com cortesia, respeito e dignidade. Simples homenagem, a um grande homem.
Eis um artigo escrito pelo Meira Penna, em 1999, sobre nosso país, observe tamanha lucidez e contemporanedade nas suas palavras.

Desfrutem!



Jornal da Tarde, 15 denovembro de 1999
Sete sinais de sub-desenvolvimento




Há alguns anos escrevi um artigo, sob este mesmo tema, sugerindo uma maneira de se empreender um tratamento sintomático do sub-desenvolvimento. Há certos traços universais de comportamento popular corriqueiro que nos permitem aquilatar imediatamente se qualquer cidade ou país é do Primeiro ou do Terceiro Mundo. Vejam sete exemplos:

1) Falta de respeito pelas passagens de pedestres (zebras) nas ruas de grande movimento. Nos países do 3º Mundo o automóvel é ainda um sinal de status, como o cavalo da antiga nobreza. Na hierarquia do subdesenvolvimento, o pedestre é um ser desprezível que pode, impunemente, ser atropelado quando atravessa a rua. 2) Correlato desse comportamento, surge o alto índice de acidentes de tráfego. Temos a triste honra de registrarmos um record mundial nesse particular, não obstante o recente Código de Trânsito. 3) Vandalismo nos bens públicos, "orelhões", bancos de jardim, poltronas de cinema, assentos de ônibus, sinais de trânsito etc. O direito de propriedade é pouco respeitado, quer seja público, quer privado. 4) Sujeira nos lavatórios públicos. A limpeza vai melhorando à medida que nos encaminhamos para o Sul do país. A linha divisória, entre "os dois Brasís" de que falava Jacques Lambert, passa por S. Paulo. O triunfo do Sujismundo nas ruas e outras áreas coletivas corresponde, nos trópicos, à limpeza dos corpos, ao contrário do que ocorre na Europa onde o hábito do banho foi, outrora, coibido pelo puritanismo cristão. 5) A ausência comum de troco nas pequenas transações é sinal de falta de previdência ou, comumente, da presença de inflação. Ninguém pensa a longo-prazo. Raros são os previdentes e, por conseguinte, reduzida a poupança. A dificuldade no câmbio é outro indicio de economia primitiva. Nos países de moeda "séria" ou conversível, o câmbio é uma operação banal de cambista, sem qualquer intervenção burocrática. Em áreas atrasadas que só produzem latifundiários, pobres, padres, mafiosos, políticos e mães prolíficas, o câmbio de moeda é acompanhado de muito palavreado, de papelada, assinaturas, conversa fiada e cantoria. 6) A descortesia no atendimento em repartição pública, vigorante nos países sub-desenvolvidos, revela a burocracia como uma classe patrimonialista arrogante, preguiçosa e inepta que considera os cidadãos privados, contribuintes, como o proletariado a ser explorado. As filas intermináveis diante dos guichês são um indicador poderoso da existência da antiquíssima Nova Classe patrimonialista... 7) A ausência de informação pública, como por exemplo sinais de trânsito ou indicações de destinação nas avenidas e estradas, é muito característico. Quando viajamos na América do Norte e Europa ocidental, só precisamos de um simples mapa, sem nos perder ou indagar o caminho a nativos desconhecidos. Ao sul dos Alpes, dos Pirineus ou do Rio Grande do Texas, muda a situação: Você sempre corre o risco de extraviar-se. Na Ilha da Fantasia que é a capital do país e cidade de intensa imigração, só se vislumbram endereços ou indicações precárias ou herméticas sobre ruas, avenidas, bairros e logradouros públicos importantes. O fenômeno é um indício grave do pouco apreço que dedicamos à Informação e ao conhecimento em geral

A democracia liberal moderna é aquela que distribui igualmente pela população os serviços e informações que todo cidadão tem o direito de obter e o dever de respeitar. Ora, como se pode obedecer às leis e regulamentos quando eles existem aos milhares, podem “não pegar”, são confusos, contraditórios, incoerentes e deliberadamente mal redigidos para favorecer grupos corporativos interessado? Civismo de parte da cidadania e eficiência de parte do governo é o que se pede... A observação conclusiva é que, nos países do Terceiro Mundo os indivíduos podem ser muito espertos e inteligentes, a cole­tividade é invariavelmente burra. Povo pobre é povo burro, dizia o admirável aforismo de Gilberto Amado. O que distingue o Terceiro Mundo do Primeiro é que ele não passou pela Idade da Razão. Não foi influenciado por Descartes que salientava a clareza e a precisão como Métodos para Bem Conduzir o Pensamento. No Terceiro Mundo a gente não gosta de pensar. Menos ainda pensar racional e praticamente sobre a relação de causa e efeito. O conhecimento e a informação são deixados a uma pequena minoria de "intelectuais" que o monopolizam para, com isso, adquirir poder e prestígio.

( José Osvaldo Meira Penna)

www.meirapenna.com.br

terça-feira, 6 de abril de 2010

Alguns de meus escritos!


Minha sensibilidade de escrever poemas como esses, é como um cometa, demora muito, e quando vem passa muito rápido.



Menina, mulher, sensível
Alegre, de coração nobre, como poucos
Sintonia contagiante, eu e ela
Peguei-me de surpresa,
A paixão foi à primeira vista,
Não essas contagiantes, que não resistem ao tempo,
Mas essas fortes, intensas, eternamente ligadas
Sei que te conheço de algum lugar,
Não me pergunte o nome,
Nem o lugar,
Pergunte-me apenas,
De onde veio tanto elo...

A festa com você é de verdade,
Consegue transpor como ninguém,
A alegria de menina,
O Sorriso de uma deusa,
E a beleza de uma musa.

Simplesmente linda,
Quando te encontro, confesso me renovo,
Com seu estado de espírito,
Sempre para frente, irradia beleza e vida,

Meus versos, de um menino levado,
Já não consegue relatar,
Tudo realmente, que hoje
Pois que nesse tempo dos homens,
Não reconhece,
Nem transparece,
Esse sentimento que só engrandece,


Sábios deuses, que me fizeram cruzar
Que me fez plantar,
Uma flor linda e maravilhosa,
E agora brotar,
Uma pessoa que sei que posso contar.

Sei que ainda muito posso falar,
Mas vou me limitar,
E acreditar que tudo realmente,
Se esconde nas entrelinhas do nosso olhar..

Robson Miranda Araújo Guanaes
04.03.2010 às 02h40min


Esse foi para Alguém. Será que é vôcê?

Indescritível,

Sabe ser doce, amarga e racional
Tão cheias de virtudes, como limitações
Linda, contagiante e tocante..
Maravilha de mulher,

Apaixonante, de beleza irradiante
Meu coração parou, confesso que me empolguei
Nessa loucura viagem,
Desconhecida, talvez
Miragem surreal..

Meu coração fechado, não resistiu
Brotou, abriu e fechou
A mais linda de todas as flores,

Uma pétala frágil, de sorriso escondido
Com muito aroma no ar,
Que não me deixa quietar
Nem relatar,
O brilho do seu olhar...



Robson Miranda...

Ele Verá!




Quantas vezes dedicamos nosso esforço e zelo buscando a perfeição nas coisas dos homens (e é bom que assim façamos) sem que nada semelhante, em zelo e esforço, reservemos para as coisas de Deus?

A proximidade da Páscoa me trouxe à mente história ouvida há muitos anos. Construía-se alhures, na Baixa Idade Média, uma grande catedral. A obra já elevava suas torres e lançara seus arcobotantes. Verdadeira multidão de operários se ocupava das cuidadosas tarefas de acabamento. Um pavilhão fora especialmente construído, próximo dali, para outro importante trabalho, que exigia quietude e concentração especiais. Era o atelier dos escultores das imagens que iriam apontar as devoções a que o templo estava destinado. Um transeunte resolveu penetrar na intimidade daquele recinto. Tendo identificado o mestre escultor, aproximou-se e contemplou o que fazia. Era a estátua de uma figura humana de porte soberbo, entalhada em fino mármore. Quedou-se ali, silencioso, acompanhando a meticulosa tarefa cujos detalhes - o rigor do artista bem o indicava - ainda ocupariam longas semanas. Lá pelas tantas, atreveu-se a indagar: "Essa é a imagem que irá para o altar-mor?" O escultor voltou-se para ele como quem emergisse de profunda concentração e contestou: "Não, este é um dos doze apóstolos que serão colocados ao longo do alinhamento mais elevado da cobertura".

O visitante não pode conter seu espanto e voltou a interpelar: "Nesse caso, as imagens ficarão a grande altura do solo e jamais poderão ser apreciados os detalhes nos quais o senhor tanto se detém e que longo tempo ainda lhe irão tomar". A resposta do escultor veio rápida, encerrando em duas palavras a sabedoria de uma parábola: "Ele verá!"

Ouvi essa história há muitos anos, mas a curta resposta do escultor ainda ecoa em minha mente: "Ele verá". Tanta contradição entre ela e os critérios do mundo! Quantas vezes dedicamos nosso esforço e zelo buscando a perfeição nas coisas dos homens (e é bom que assim façamos) sem que nada semelhante, em zelo e esforço, reservemos para as coisas de Deus? Bem ao contrário, para Ele costumamos deixar migalhas das sobras do tempo e os restos da nossa vitalidade.

Entre as muitas esculturas que surgem como obras de nossas próprias mãos encontramo-nos nós mesmos. E aqui, quase sempre, a busca da perfeição é deixada de lado: "Somos como somos" costumamos dizer, desleixados e desatentos em perceber que a santidade é a catedral que mais agrada a Deus, a obra que se eleva acima dos telhados mundanos, e cujo campanário repica a glória do Senhor que tudo vê.

Não adiante fugir, Ele verá! Dê o seu melhor para Deus, faça o seu melhor. Aproveite seu tempo, viva o agora, pare de planejar, dedique-se.

Grande Beijo.










#JComments

Seleção de Frases Geniais!

"As pessoas estão sempre culpando suas circunstâncias pelo que elas são. Eu não acredito em circunstâncias. As pessoas que progridem neste mundo são as pessoas que se levantam e procuram pelas circunstâncias que elas querem, e, se elas não conseguem encontrá-las, elas as fazem."
--George Bernard Shaw

"Você tem que cantar como se não precisasse de dinheiro, amar como se você nunca fosse se ferir. Você tem que dançar como se ninguém estivesse olhando. Isso tem que vir do coração, se você quer que dê certo."
--Susannah Clark

"Campeões não são feitos em academias. Campeões são feitos de algo que eles têm profundamente dentro de si — um desejo, um sonho, uma visão."
--Muhammad Ali

"Meu pai costuma dizer sempre que se, quando você morrer, se tiver feito cinco amigos verdadeiros, então você teve uma vida notável."
--Lee Iacocca


"Desde que uma mulher tenha brilho nos olhos, nenhum homem irá reparar se ela tem rugas em volta deles".
--Dolores Del Rio

"O maior amor que alguém por ter por você é desejar que você evolua para ser a melhor pessoa que você pode ser. Ninguém possui você, não importa qual o relacionamento. Você não está nesta terra para satisfazer os sonhos não realizados de um parente frustrado, ou para proteger qualquer outra pessoa da realidade de si mesma ou do mundo."
--Marsha Sinetar


"Dê a sua diferença, aceite a minha diferença, unifique todas as diferença em um todo maior -- esta é a lei do crescimento. A unificação das diferenças é o eterno processo da vida -- a síntese criativa, o mais supremo ato da criação."
--M. P. Follett


E a melhor de todas as frases:

Nada grita mais alto que o silêncio! ( Napoleão Bonaparte)